ÐÏࡱá>þÿ þÿÿÿþÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ Fð0 Gö9šk7ðœÿ3‘†BÿÿØÿàJFIFddÿìDucky<ÿîAdobedÀÿÛ„       ÿÀœdÿÄ !1AQ"aq2‘BR#$±ÑbÒâ3ð¡Á‚S4áñ’cD%¢Âƒ£ÓT&!Q1Aaðq‘¡Ñ"2ÿÚ ?áeõ\zD'sÌÓ׈¶BiOH8!I;‚CTÈ×$v¡©Â‹Yøf|θêÉÆ†ƒÄ½éÈç„ ZåÀþÊàNõªŽ(&¹z ‘Œ©Övù1Q/\é­p¥ Æ™PgN—ªÎç¼ö×»Xå‹\¦\3E·SIö‚²Šz}XĬ7{OeY;{dÚœ”=Ë»µõëÓÙÛöÀIjò ÁŽåQÞv¯uw¶és$ Üs]_*«¢Ók´Ô‚gÔ8¶€ª2¦%£3døy´îlòMwF™aÖxN²†NÆø’Ñ<.¢yZr†êÜŽ«.ãÏåfa×ôT ¼ìoˆÇW1õ’(Ö(Õ®!b#%@uÔª×!Ë ý/YQo‡Ü€ýÆ´ú²FCz0©à©/É=Ñ¢Ÿ‡=iâ´áë¤ë/``¿.>`"ñýX´M8bp§ÏŠ2ªšä2¯¯G×·äããþñn~šú3Âà/x·9ÀšŒNÑÈ^ñ:šsôrÏmĺáÚ9Ö‚¿Ìv…?^Þ¿ÌZaÚ;dHùñ°,>Q‚ô ÙŸFsôàú¼1 VÜ®¦µÛînSÌðÆÎªkJQZrÄÛ ·že¾{S#KÁF¥C;2ÓËOh-Gû±˜óH®·×¥$ÒÓÝÍzezÚ~m …Ïù-Nã|¼u½ÏQ—ÜhPÄH‘9—# ê+è®1;bÖ¦Ü/’© ÖK6:hI ªãæ£!sŹÌð5Ë0b àqÖªiÄúëé‹áéÅ$8`FCŽÿmp xTü˜+ú°^Ÿ€‚Ou±´–eŒ$Q!‘Ö5‹_EM8c1ʺ]Ø+hX\õPt¨s$ÊYX®ªµ|q˜£òBçoi#·XCM®_°¢(%lȤ•ˈ8\ bÖÝb@Ñ€±¢ªQ@Ë—/ ^°¶–•5ãLi=?Õ€,þlP9ÓúðËsNYUXÔª“¯ gofºù’ 0ÞZ\6ˆgI]EYU z±5ök·‰)1©¦6À/O1Ç_pg³–ضyF…[Ú¡u9ÓÑŒÏÚÏQnL•ºY@áh€FM9iv®u©ÆzÏÒí+*„fRZss$¥<âMJk¯“ʺyå„é4456¯GëÇ@ô5ˆ ,ôÓžÍIý8£º7–Ú¶Þ¬_Ï”ôá&™[>4áïöu×V>ì÷3#oWw:¥¨#q«Ræ5HH$úqòçÍÛOK§Û—NÓÜZG,çéæ?YiJV:DþQÄo6…ï³mz̨b6²55˜ÙŠ•oŒ8ãÛõý·‰&ÇS,Ýå.·žÙI-$ôÓéÔˆÊÞdˆV²´¹ŠöÕ$We†KÏ´tg¼ˆÈkʵ4>¼süÅ­+µ¥ÏºMÑ‚D‘ ½[Ÿ+)‘žBa!©¹‚9bGëöSJ”\ÝFUõ¨æRAÓÓ™êáÅ¥k\n'4RœV—1£Y;J–Ý–%ôu DÃ:Ñêh~‰¦3ú”lmí9µŒÏÅ!R *¹ sPÃÍNUÇMg ³æãËB¨Å?Ä4—¶p™[ ;D²Kè&¿´2ÇÏû“˜oVöÏß›nÔ¯kÄ÷ÐÈkHHè¨ö•G*×–<ÂÌóOŠ» Mù‚åâ¾,–ñÅ.^2­ ZP¶:wžÜ‡â]Åc¸@¿p¸Û‹C#-SKVZÔ£\z¾¤ÜÚl‰µ‘¡ñ¥Géú,›íxuü?ʼnÀMõÁ¨ú¿Å…HT”lz<¿Å†L™(<àeõ?‹ ‡¤Ùâ§ö‹& í«›ŒÿdþöQé“ë/ü'÷°É‚-#–øµMu¶¥Ý¶£%©Õ.ž=1V®^ò}¯]Å×…ÖGÙ=ÝZõo­ÐîpDcµºz­AŠÍÏ3—˜št†ï`÷ ¥æØ»LðK6ãm3¼ˆéÓѰ)"±?[’×.8±)2›uÞ&¿î+ˆ",¶Åè”iS3n}`Pcè}MnfY“j8Ǻ™ ÕâqATxqÁ‘ÀqÀ%À•åˆã˜(½?ÓæÂ„c€¥ká€ã{ç»ìa·ü&Êa-Ôî«vP MqÍè§,x¾Ï· ^ïqÙ]bsMß4‹#! ¸·m9­AóŠ9WŽXù“w˜Ëw‡YÛQv¼#vYçmÂÞ`PJý§W•õå©i™C\†/ê¿ö”ÒÛ»×fÞ·+‹kmq6¶kc5N¼ß. Z?VŸ'Òú¾ÜõŸè̵—Ú¯*cÜÊJ.^!ʨÀ0¥y ÒG,@²¯«zySõ`¯¿îþåœNÞí¹nðÅ»t Õ‡8ÐT ¾‘þÌq‰F‡kí‘o{”;[\Çk5Åb·7è¼ÃùJÌ+¦µÒ« °Z}Ïc¿Ù796­êŠæÚEYX¡Y3 ô…86­ˆÛß°ïÛl»RÉig¸YÛÞÛC+¤R0*AbxëZü¸ÜN]ÚýÓeºÃ¢íZÖîûVaUj}* Å}Xöéöÿ3ׇM IÈŒ$Ƥu5R0F=Zï ¦[uÌ8qŰ}*ðQ‰h 5@å…¨Ä0p° )OŸÃôO©…/£1ÊR¡Š±4æxNtÇÆ–ü+°v¢ŒòÈWç®'€vÚ¢‘¥S¥ÐU iFTGà Ê=C»7¯Î³³ß¼e÷M¼½û-<Ý]= 5{DHQ”rÕQÌc:Ìøá¯Ã¾åÝ7=«¶î÷ÏwîwÝHcî×NƒP#Ú ¦¸Ö·2¬:toâÔÒÛùdZùu-£s¡ñK1‰z¿dÜÀÖm«$$‰­c¯™VE@qéúûæ‰tÅ0|¾Ûd/"(' òK B“0°Œ3ƘXw†¼}¶S拦]Lè ùÏŸ:‘¸ù茊‘¥iãOG,Oæ”d í¡A+¤¹ajë;K»ÇÜnñBdÛ¡h­î!sUk|¨¡NZ]jO016üWþ ·©|z·Šï·v}æØ¬$Æ’ Q£¹Œ:šþ×O¾Ñk.ÙV)¯·hÒ sjO÷qwý«mak¸¤ÅtÂñ¼(Ê|ªXõ•Ε £æÇONÕ²Ì\:Ý,г׆@ãêÆ²ç'uÛÉ¡w_I¯êÅé"uܶðkÖ}«é"DÝlžM"a_öât‘?¼BO`9ù^%)ýîqËÇ/V<}í ãg ¸Eªa»Œkε+àqñ¦m¿Ã;Iš 3o ež”w²vcb*)â3®%µMM¯cÜwmÔmÛd‘Åo(3;ÜHVе Y¨[O”qÆâ¼Ê6÷ŽíßáÛ­û/tµ[ë=’CnÝ‘švŒŒ€É¨2Åë1ã©öåÊÞnpÙ¥¹£´X¤ÔÕ£bÅÍ@<ùpÂbm±µlöñÔÍ·’Ùf*s«+Õ,Žxí¦%w·Z4¬V«¨æ+ÏåÇÔÓy¦% íê§PúF5Ýþ {2ò­3Äù&ÄÚ©Ô|@Åù l*ÒCèÈb|…ðY~¾|xeúq~AcµûvÖûieÞD—w“•’á¥wR>¨R¤{8øÞ­"c0é2óîúøy{°^5õ޹¶™ìçâÑ3â–œ³É¹úño«ðÔM°ìmýäÅ*GA ¡n×é+ S^Df<ÛEyhݽ –û±¸ydŠÒÒåÐJ…ždPNHªüôëÖÙ—coµí7¥âé./3Ç4gI€-e.Èô%JÖ¢˜E]r³j.Çîýål"L†Xõ³IRM]•j}Yc·YÆgD½ºE’xôÖ”Là@ÖÃש†;úý]¶ff™ít¤Ô|ƒJ5§1%Ä`Šü˜P˜L¹ùiʕĠö³Èºƒµs%A΃¸L ö3ˆ3Õlö+Zòèʾ¾kE[¸š+”‘Äêã3RYYOÕ›ëÒ.“-ýÂî«+‹kˆKÛH­À€j´ÌÓôcµa}³|0¸²ÝýþÛr†æÚQ¢æÝЂQ¹Ô×—Í?ÃR·(Ïbo›pͺÆbË/Ù´4fÒÙP¡×oLù^Îí¶¾ÿms qÛÈ!>ðY¬C†SE º—:Xï®™K¹ÜÛÉsg;Ém(1·€`U¸xã·ÅtŒ›’^J5uÊò1­j\׿W¯¬&Ò¨Åx玬gÈgž]^ŽX”‚÷§­~lJh½íø×úS ï2ðþ¬( Þç~'´~›¡ 2““•€xy±æŸ¯‹†¬v[¶õ%¯»M `Êf/¨Õóv âsòž˜ãñLEJڞݻoÖr³}›ªÕeê)BªúKóҘ㯮mZ7=Ç%ÌZf‹ËS‘9@òǯO_o0Œñ|ëS)B;ëêÖ<3mq·YRÿ¯-Ë~mï’F"Ð …g¡ŸYª5R•ÏyÅVf£ûÒZ>ãØ£ÚšÕâ˜ÍÜ}DÔaÃ#CNx×§ÛÚãƒñlbÔá˜ꅬÓ>Cp[–\ðþÌ@µ Ò¾‘‚:qËÃy'æ-ò'ªÝÉZð9ðõŒ|®ûr´±{w]¾I|ë§–˜ë–YÕpï<”“ý@îêi7Å:b„æ9æœq;O!Äìûè5ÿ“ÿÉ|›s%|@î²?έ>„üx|›s%:kÎöíÒâ[ëæ¼‚êòḊ(‘‘8’=hÂXëRš¨WÑG¯íNºÄW†6ÖԷ߈÷E-m67xmmÌòHÓE™ç“©ECÕЈ2V8ïî™›Œ5¬aþ w_ÿm=wƒ÷1'Ù·2TýBîœþòƒÿBÜÃåÛ™* {ÿºIÊé+Àý„?¹‡Ë·%»ã¹Z¿xZSü‡è\O—neh?œ;…ë[¯™~…ÃåÛ‘7æ=÷ÝzžôuëýšSMiáòaòmÌŠÒ~WÊžý^uèW?BCFGJNOP/ðXð$ÿRð$0 Gö9šk7ðœÿ3‘†Bÿƒ ð0ƒ†A¿ÀÅAÿ0ñ ÿÿ™Ìÿffÿ@ñ÷ðó€Ð9º“°öÊš;Ï߃7Êš;úgþý4GdGd´d”—OÅ 0þÿÿ¦ÿÿÿpûppû@ <ý4dddd<—v‡ 0p©°0”ÿ ˆ>Š0º___PPT10‹ ÀÀŠþº___PPT9‹àäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓ äÓ äÓ äÓ äÓ äÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓäÓ äÓ!äÓ"äÓ#äÓ$äÓ%äÓ&äÓ'äÓ(äÓ)äÓÇ?Ù Ú %ð|óóóóóóó ó ó ó  ó  ó ó ó óóóóóóóóóóóóóóóó ó"ó!ó# ó$!ó%"ó&#ó'$ó*'ó+(ó(%ó,)êøò ï  0`ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ì`ð ÿÿÿ–––ûßSÿ™fÌ3™f`ð ÿÿÿ€€€™ÌÿÌÌÿ33̯gÿ`ð Þöñ–––ÿÿÿÆÿf̨`ð ÿÿÙwwwÿÿ÷3ÌÌÿPPÿ™`ð €€ÿÿÿZXÿÿ™dbmoÇÿÿÿ`ð €ÿÿÿ\ßÒ“Ì3¾y`ÿÿ™Ó¢`ð ™ÿÿÿ3fÌÿÿ3f̰fÌÿÿç`ð ÿÿÿ3f™ãëñ3™FŠKfÌÿðå`ð hk]ÿÿÿwwwÑÑË‚€ž¨ÿÌféܹ`ð ff™ÿÿÿ>>\ÿÿÿ`Y{ffÿ™Ìÿÿÿ™`ð R>&ÿÿÿ- ßÀŒ{p_/Ì´Œž £>ÿý?" dÿd@ÿÿïÿÿÿÿÿÿ,£|ÿý?" dÿdØ@ÿÿïÿÿÿÿÿÿ € Ô €" Ð@€ ð`€»€ £nÿý?" dÿd@ÿÿïÿÿÿÿÿÿ   @@``€€P£R    @ ` €`£ p£>€£> $ððð´ð( ð ððÒ ð “ ð6€Pš”‡ƒ¿Àÿ ð­ `}ðà ” ðTŸ¨ Click to edit Master title style¢!ª !ð ð ƒ ð0€<”ƒ¿Àÿ ðð `ðà ” 𞟨RClick to edit Master text styles Second level Third level Fourth level Fifth level¢!    ª SðÐ ð ƒ ð0€l£”ƒ¿Àÿ ð^ `Šðà ” ðXŸ *¡øªðÒ ð ƒ ð0€ì¨”ƒ¿Àÿ ð^°ÐŠðà  ” ðZŸ *¡úªðÒ ð ƒ ð0€¤­”ƒ¿Àÿ ð^ `Šðà ” ðZŸ *¡ØªðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.!.È/Õ ºDefault Designîþï€ 0 nðf0ð ðð( ð ð ð¢ ð s ð*€è¿3fÿ¿Àÿ"ñ¿`ð €Ê 𩟨Estudo e Prática da Mediunidade¡ (2 (ÿÿþªH ð¼¢ ð ƒ ð0€ 迃¿Àÿð €€' ð\Ÿ¨Módulo I¡ (2 0ªð½¢ ð ƒ ð0€$迃¿Àÿðà €ç  ð]Ÿ¨ Roteiro 1¡ (2 0ªðh² ð C ð@AÁ&Ãobra-livro_mediunsð§€ ðé¢ ð ƒ ð0€øè¿ƒ¿Àÿðð€€Q  ð‰Ÿ¨;Fundamentação Espírita: Introdução ao Estudo da Mediunidade¡<(2<ª <ðÉ¢ ð ƒ ð0€„$迃¿Àÿð€ €Ç ðiŸ¨Espírito, matéria e fluidos¡(2ª ðB ð s ð*“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.!.È ¡2Öî ï€ 0 zðr ðð ð( ð ððÒ¢ ð ƒ ð0€¬è¿ƒ¿Àÿð€r ðrŸ¨âSegundo O Livro dos Espíritos, há dois elementos gerais no Universo: Espírito e matéria e, acima de tudo Deus, o Criador, o Pai de todas as coisas. Deus, Espírito e matéria constituem o princípio de tudo o que existe, a trindade universal. Mas, ao elemento material se tem que juntar o fluido universal, que desempenha o papel de intermediário entre o Espírito e a matéria propriamente dita, por demais grosseira para que o Espírito [desencarnado] possa exercer ação sobre ela. (11)¡ã(2ã$ª$ÞòóÆ 0ßÞâðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.!.È€yÕîFï€ 0 ¶ð®@ððFð( ð ðð¢ ð ƒ ð0€„迃¿Àÿð€ 𮟨”1. Espírito Segundo a Doutrina Espírita, o Espírito é o principio inteligente do Universo, que tem como atributo essencial a inteligência. (9),(10) Os Espíritos são a individualização do prin-cipio inteligente, assim como os corpos são a individualização do princípio material. São desconhecidos, porém, o modo e a época em que essa formação se operou, mas a criação dos Espíritos é constante. (12),(13)¡,• 2 $}# $ªV‹ ( Å òóÆ 0ß‹”òó Æ 0ß‹”¦ ðø8XðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Ä.ÈðûØîÚï€ 0 JðB`ððÚð( ð ðð¢¢ ð ³ ðB€@Ÿè¿?ƒ¿ Àÿ?“"ñ6?@¿`ÿÀ¿‚‚N¿NÿN?Nð€t ðòŸ¨NMuitas pessoas pensam que os Espíritos são seres vagos e indefinidos. No entanto, o Espiritismo nos explica que são seres humanos que vivem no plano espiritual, tendo como nós um veículo de manifestação, fluídico e invisível no estado normal, denominado perispírito. (18) Este veículo serve de molde para a elaboração do corpo físico.¡O(2O$ª$ ?òó Æ 0ß ¦ ðø8XðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Å.È Åºîñï€ 0 aðY€ððñð( ð ðð¹¢ ð ³ ðB€Ñè¿?ƒ¿ Àÿ?“"ñ6?@¿`ÿÀ¿‚‚N¿NÿN?Nð€r 𠟨ÕA existência dos Espíritos não tem fim, pois, a partir do momento em que fomos criados, viveremos eternamente. (14) Todo Espírito tem uma forma definida, com coloração e brilho específicos, conforme o seu grau evolutivo. (15) A matéria não oferece obstáculos ao Espírito, que passa através de tudo: ar, água, terra, fogo, etc. Os Espíritos não estão todos num mesmo plano evolutivo, pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado. (17)¡Ö(2Ö$ªToiïòó Æ 0ßotòóÆ 0ßÝâòóÆ 0ßÑÕ¦ ðø8XðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Æ.È œç$î‚ï€ 0 òðêðð‚ð( ð ððJ¢ ð ³ ðB€€Ýè¿?ƒ¿ Àÿ?“"ñ6?@¿`ÿÀ¿‚‚N¿NÿN?N𞀠 ðšŸ¨É oportuno recordar que o Espírito, antes de atingir o estado de humanização, com pensamento contínuo, individualidade dotada de razão, transitou pelos reinos de natureza onde, sob a forma de princípio espiritual (ou mônada), desenvolveu o aprendizado, lento e necessário, para cumprir a sua destinação. A evolução, nos dois planos da vida, ocorreu ao longo de milênios, permitindo que o princípio inteligente pudesse transitar, livremente, nos reinos da natureza e se transformar em individualidade espiritual, dotado de razão.¡2(2Ú"""6"ª Ú6¦ ðø8XðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Æ.Èeø$îªï€ 0 ð ð ðªð( ð ð ðr¢ ð ³ ðB€è‹¿?ƒ¿ Àÿ?“"ñ6?@¿`ÿÀ¿‚‚N¿NÿN?Nð€ ðŸ¨LAcredita-se que o princípio inteligente, sob ação dos Espíritos Angélicos, originou os elementos precursores da vida no Planeta. Surgem, então, as primeiras moléculas que produziram aglomerados microscópicos, estáveis e capazes de autoduplicar. A partir daí organiza-se a vida mineral sob o impulso do princípio espiritual, determinando os traços futuros da vida orgânica, uma vez que, nos cristais, as moléculas estão orientadas por uma ordenação geométrica indicadora dos primeiros vestígios de reprodução, necessários à formação dos microrganismos celulares, dos vegetais e dos animais¡M(2M ª&ç Z¦ ðø8XðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Æ.È ¨%îéï€ 0 YðQ°ð$ðéð( ð ð$ð±¢ ð$ ³ ðB€,A‹¿?ƒ¿ Àÿ?“"ñ6?@¿`ÿÀ¿‚‚N¿NÿN?Nð€ ðŸ¨ûAs reações proporcionadas pelo princípio inteligente nas moléculas primitivas resultaram na formação do protoplasma, estrutura essencial à manifestação da vitalidade nos seres vivos. (19) O protoplasma, constituído basicamente de proteínas, sendo de natureza geleificada, favorece o surgimento dos vírus, considerados o campo primacial da existência. (20) Os vírus, formados de uma capa de proteína e de um código genético elementar, fornecem as bases para a organização unicelular de outros microrganismos.¡ü(2ü"ªV·G Q˜òóÆ 0ß·¼òóÆ 0ß_d¦ ðø8XðH ð$ ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Æ.ÈE#%îï€ 0 …ð}Àð(ðð( ð ð(ðÝ¢ ð( ³ ðB€¨Y‹¿?ƒ¿ Àÿ?“"ñ6?@¿`ÿÀ¿‚‚N¿NÿN?Nð€r ð-Ÿ¨ÑSurgem, então, as bactérias e as algas verde-azuladas. Consideradas ao primeiros microrganismos, formadas de células primitivas (procariotes), que, num passo evolutivo seguinte, deram condições para o surgimento de seres possuidores de organização celular mais evoluída (seres eucariotes), uni e pluricelulares, tais como os microrganismos protozoários e fungos, as algas pluricelulares, os vegetais, os animais, inclusive o homem, de acordo com o esquema a seguir.¡Ò(2Ò$ª Ò¦ ðø8XðH ð( ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Æ.ÈðÇ^%îŒ ï€ 0 ü ðô ð,ðŒ ð( ð ð,ðý¢ ð, ƒ ð0€Øb‹¿ƒ¿Àÿ"ñ¿`ðp` ðŸ¨Princípio inteligente ou mônada¡, (2 ª ðÔ¢ ð, ƒ ð0€òó!Æ 0ß>A¦ ðø8XðH ð| ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.×.Èðýîäï€ 0 TðLàð„ðäð( ð ð„ð¬¢ ð„ ƒ ð0€d*—¿ƒ¿Àÿð€rðŠˆ‚Šzº___PPT9‹\¬T     𺟨–O fluido cósmico universal, como princípio elementar do Universo, assume dois estados distintos: O de eterização ou imponderabilidade [que não se pode pesar], considerando o primitivo estado normal; (5) O de materialização ou ponderabilidade [que tem peso], que é, de certa maneira, consecutivo àquele. O pondo intermédio é o da transformação do fluido em matéria tangível. Mas ainda aí, não há transição ¡Xa 26 2a$ $"$ " $($ªbfX¦òó#Æ 0ßÇʦøØø8XðH ð„ ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Ø.È0ÎÛîï€ 0 ƒð{ ð€ðð( ð ð€ðÛ¢ ð€ ƒ ð0€ìN—¿ƒ¿Àÿð€r ð{Ÿ¨ÙO fluido universal, embora de certo ponto de vista seja lícito classificá-lo como elemento material, se distingue deste por propriedades especiais. Se o fluido universal fosse positivamente matéria, razão não haveria para que também o Espírito não o fosse. Está colocado entre o Espírito e a matéria; é fluido, como a matéria é matéria e suscetível, pelas suas inumeráveis combinações com esta e sob a ação do Espírito, de produzir a infinita variedade das coisas(...) (11)¡Ú 2Ú$ª$Õòó$Æ 0ßÕÙ¦ ðø8XðH ð€ ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.×.È€¤H½îï€ 0 ‚ðzððˆðð( ð ðˆðÚ¢ ðˆ ƒ ð0€8e—¿ƒ¿Àÿð€ ðzŸ¨Öbrusca porquanto podem considerar-se os nossos fluidos imponderáveis como termo médio entre os dois estados. (6) Cada um desses dois estados dá lugar, naturalmente, a fenômenos especiais: ao segundo [fluidos ponderáveis] pertencem os do mundo visível [físico] e ao primeiro [fluidos imponderáveis], os do mundo invisível [espiritual]. Uns, os chamados fenômenos materiais, são da alçada da Ciência, propriamente dita, os outros, qualificados de fenômenos espirituais ou¡×(2×$ª$mgòó&Æ 0ßmp¦ ðø8XðH ðˆ ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Ø.ÈÀ±Ûî9ï€ 0 ©ð¡ ðŒð9ð( ð ðŒð¢ ðŒ ƒ ð0€¤n—¿ƒ¿Àÿð€ 𡟨í psíquicos, porque se ligam de modo espe-cial à existência dos Espíritos, cabem nas atribuições do Espiritismo. Como, porém, a vida espiritual e a vida corporal se acham incessantemente em contato, os fenômenos das duas categorias muitas vezes se pro-duzem simultaneamente. No estado de encarnação, o homem somente pode perce-ber os fenômenos psíquicos que se prendem à vida corpórea; os do domínio espiritual escapam aos sentidos materiais e só podem ser percebidos no estado de Espírito. (6)¡"î(2$í#ªZ$ Ê @ ¥¦ ðø8XðH ðŒ ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Ú.È0§Lîfï€ 0 ÖðÎ0ððfð( ð ðð.¢ ð ƒ ð0€’—¿ƒ¿Àÿðð€ ðΟ¨¸Finalmente, é importante assinalar que, no estado de eterização [imponderabilidade], o fluido cósmico não é uniforme; sem deixar de ser etéreo, sofre modificações tão va-riadas em gênero e mais numerosas talvez do que no estado de matéria tangível. Essas modificações constituem fluidos distintos que, embora procedentes do mês-mo princípio, são dotados de propriedades especiais e dão lugar aos fenômenos peculiares ao mundo invisível. (7)¡2¹(2<$"${$ª|5i ”kòó'Æ 0ßµ¸¦ ðø8XðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Ú.ÈÐXÐLî{ï€ 0 ëðã`ð”ð{ð( ð ð”ðC¢ ð” ƒ ð0€à”—¿ƒ¿Àÿðx€ ð㟨‡Dentro da relatividade de tudo, esses fluidos tem para os Espíritos, que também são fluídicos, uma aparência tão material, quanto a dos objetos tangíveis para os encarnados e são, para eles, o que são para nós as substancias do mundo terrestre. Eles os elaboram e combinam para produzirem determinados efeitos, como fazem os homens com seus materiais, ainda que por processos diferentes. (7)¡ˆ(2ˆ$ª ˆ¦ ðø8XðH ð” ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Û.ÈÐl…Kîˆï€ 0 øððpð˜ðˆð( ð ð˜ðP¢ 𘠃 ð0€Œ£—¿ƒ¿ÀÿðØ€ð ð🨔Concluindo, destacamos que o conhecimento da origem e da natureza do Espírito, do papel do perispírito, bem como das leis que regem a matéria e os fluidos, é de fundamental importância para a prática mediúnica. É que o médium, melhor entendendo os mecanismos da mediunidade, os fenômenos anímicos, as ações fluídicas e as influencias obsessivas estará em condições de realizar com segurança a sua tarefa.¡•(2•$ª •¦ ðø8XðH 𘠃 ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.Û.Èp®Kî ï€ 0 |ðtàð¤ðð( ð ð¤ð¢ ð¤ s ð*€$³—¿3fÿ¿Àÿ"ñ¿`ð €Ê 𩟨Estudo e Prática da Mediunidade¡ (2 (ÿÿþªH 𽢠𤠃 ð0€¼¸—¿ƒ¿Àÿð  €' ð]Ÿ¨ Prática I¡ (2 0ªðÏ¢ 𤠃 ð0€´½—¿ƒ¿Àÿðà €ç  ðoŸ¨ Roteiro 1¡ (2 0ª$ðh² ð¤ C ð@AÁ&Ãobra-livro_mediunsð§€ ðÄ¢ 𤠃 ð0€d—¿ƒ¿Àÿðð €7 ðdŸ¨Exercícios sobre prece¡(2ª ðé¢ ð¤ ƒ ð0€ Ç—¿ƒ¿Àÿð€ €€Ç ð‰Ÿ¨!A prece do publicano e do fariseu¡"(2"ª&  ðB ð¤ s ð*“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.!.È ¡2ÖîBï€ 0 ²ðªðð¨ðBð( ð ð¨ð ¢ 𨠃 ð0€Í—¿ƒ¿Àÿð€  ðªŸ Também disse esta parábola a alguns que punham confiança em si mesmos, como sendo justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu, publicano o outro.  O fariseu, conservando-se de pé, orava assim, consigo mesmo: Meu Deus, rendo-vos graças por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros, nem mesmo como este publicano. Jejuo duas vezes na semana; dou o dízimo de tudo o que possuo. O publicano, ao contrário, conservando-se afastado, não ousara, sequer, erguer os olhos ao céu; mas, batia no peito, dizendo: Meu Deus, tem piedade de mim, que sou pecador. Declaro-vos que este voltou para a sua casa, justificado, e o outro não; porquanto, aquele que se eleva será rebaixado e aquele que se humilha será elevado.¡ (2 ªZ¬  C ?ðH 𨠃 ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.â.È žÞŽîYï€ 0 pðh ðœðð( ð ðœðÈ¢ 𜠃 ð0€D 迃¿Àÿð€#ðPˆHŠ@º___PPT9‹"¬ ðŸ¨RFontes de Consulta KARDEC, Allan. A Gênese. Cap VI, item 3 _____. Item 7 _____, item 10, p 111 _____, item 10, p 111-112 _____, item 17 _____, cap XIV, item 2 _____, item 3 _____,O Livro dos Espíritos, questão 22 _____, questão 23 _____, questão 24 _____, questão 27 _____, questão 78 _____, questão 79 _____, questão 83 _____, questão 8¡0(2@ 2@ª„"   #       òóÆ 0ßòóÆ 0ß;@òóÇÆ 0ßINòó"Æ 0ß_dòó%Æ 0ßzòó(Æ 0߉Žòó)Æ 0ß ¥òóÆ 0ß®³òóÆ 0ßÖÛòóÆ 0ßèíòóÆ 0ßúÿòóÆ 0ß òó Æ 0ß#òóÆ 0ß05òóÆ 0ßBG¦øØø8XðH 𜠃 ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.Û.È âñ+Dñ='ñ •ÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îMï€ 0 ½ðµð¬ðMð( ð ð¬ð¢ 𬠃 ð0€„æ—¿ƒ¿Àÿð€H 𵟨ù16. _____, questão 91 17. _____, questão 96 18. _____. O que é o Espiritismo. Cap II, item 8 19. DELANNE, Gabriel. A Evolução Anímica. Segunda Parte. Cap IV 20. XAVIER Francisco Candido & VIEIRA, Waldo. Evolução em Dois Mundos. Primeira Parte, Cap I¡úùªŒ,97òóÆ 0ßòó Æ 0ß05òóÆ 0ßahòóÆ 0ß¡§òóÆ 0ß¼ÂðH 𬠃 ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.9È:šór´€››%•­)û-Ý1Ö6`;@E I´SWßg&t‚µ‹®–Šž?¹½nÀ-ÄÿDzÌÑ™ÔTØÜòßdãÕëéæðï ôKø¹ü<**0Ìà ‹õs à,Å1þÿà…ŸòùOh«‘+'³Ù0\­ `hxˆ ”  À Ì ØäìäSlide 1Marcos 21Microsoft PowerPoint@@¼Ì×,@p±<#.È@€5üyÊ Gh¬ÿÿÿÿ‰g  ,V¡'&" WMFCE <8?@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ[\]^_`abcdefghijklmnopqrstuvwxyz{|}~€‚ƒ„…†‡ˆ‰Š‹ŒŽ‘’“”•–—˜™þÿÿÿ›œžŸ ¡¢£¤¥¦§¨©ª«¬­®¯°±²³´µ¶·¸¹º»¼½¾¿ÀÁÂÃÄÅÆÇÈÉÊËÌÍÎÏÐÑÒÓÔÕÖרÙÚÛÜÝÞßàáâãäåæçèéêëìíîïðþÿÿÿòóôõö÷øùþÿÿÿûüýþÿþÿÿÿýÿÿÿýÿÿÿýÿÿÿþÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿRoot Entryÿÿÿÿÿÿÿÿd›Oφꪹ)èþÿÿÿPicturesÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿCurrent UserÿÿÿÿÿÿÿÿúSummaryInformation(ÿÿÿÿšŒ­PowerPoint Document(ÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ ÀDocumentSummaryInformation8ÿÿÿÿÿÿÿÿñäÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ