ÐÏࡱá>þÿ ¢þÿÿÿþÿÿÿ ¡ÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ Fð0 Gö9šk7ðœÿ3‘†BÿÿØÿàJFIFddÿìDucky<ÿîAdobedÀÿÛ„       ÿÀœdÿÄ !1AQ"aq2‘BR#$±ÑbÒâ3ð¡Á‚S4áñ’cD%¢Âƒ£ÓT&!Q1Aaðq‘¡Ñ"2ÿÚ ?áeõ\zD'sÌÓ׈¶BiOH8!I;‚CTÈ×$v¡©Â‹Yøf|θêÉÆ†ƒÄ½éÈç„ ZåÀþÊàNõªŽ(&¹z ‘Œ©Övù1Q/\é­p¥ Æ™PgN—ªÎç¼ö×»Xå‹\¦\3E·SIö‚²Šz}XĬ7{OeY;{dÚœ”=Ë»µõëÓÙÛöÀIjò ÁŽåQÞv¯uw¶és$ Üs]_*«¢Ók´Ô‚gÔ8¶€ª2¦%£3døy´îlòMwF™aÖxN²†NÆø’Ñ<.¢yZr†êÜŽ«.ãÏåfa×ôT ¼ìoˆÇW1õ’(Ö(Õ®!b#%@uÔª×!Ë ý/YQo‡Ü€ýÆ´ú²FCz0©à©/É=Ñ¢Ÿ‡=iâ´áë¤ë/``¿.>`"ñýX´M8bp§ÏŠ2ªšä2¯¯G×·äããþñn~šú3Âà/x·9ÀšŒNÑÈ^ñ:šsôrÏmĺáÚ9Ö‚¿Ìv…?^Þ¿ÌZaÚ;dHùñ°,>Q‚ô ÙŸFsôàú¼1 VÜ®¦µÛînSÌðÆÎªkJQZrÄÛ ·že¾{S#KÁF¥C;2ÓËOh-Gû±˜óH®·×¥$ÒÓÝÍzezÚ~m …Ïù-Nã|¼u½ÏQ—ÜhPÄH‘9—# ê+è®1;bÖ¦Ü/’© ÖK6:hI ªãæ£!sŹÌð5Ë0b àqÖªiÄúëé‹áéÅ$8`FCŽÿmp xTü˜+ú°^Ÿ€‚Ou±´–eŒ$Q!‘Ö5‹_EM8c1ʺ]Ø+hX\õPt¨s$ÊYX®ªµ|q˜£òBçoi#·XCM®_°¢(%lȤ•ˈ8\ bÖÝb@Ñ€±¢ªQ@Ë—/ ^°¶–•5ãLi=?Õ€,þlP9ÓúðËsNYUXÔª“¯ gofºù’ 0ÞZ\6ˆgI]EYU z±5ök·‰)1©¦6À/O1Ç_pg³–ضyF…[Ú¡u9ÓÑŒÏÚÏQnL•ºY@áh€FM9iv®u©ÆzÏÒí+*„fRZss$¥<âMJk¯“ʺyå„é4456¯GëÇ@ô5ˆ ,ôÓžÍIý8£º7–Ú¶Þ¬_Ï”ôá&™[>4áïöu×V>ì÷3#oWw:¥¨#q«Ræ5HH$úqòçÍÛOK§Û—NÓÜZG,çéæ?YiJV:DþQÄo6…ï³mz̨b6²55˜ÙŠ•oŒ8ãÛõý·‰&ÇS,Ýå.·žÙI-$ôÓéÔˆÊÞdˆV²´¹ŠöÕ$We†KÏ´tg¼ˆÈkʵ4>¼süÅ­+µ¥ÏºMÑ‚D‘ ½[Ÿ+)‘žBa!©¹‚9bGëöSJ”\ÝFUõ¨æRAÓÓ™êáÅ¥k\n'4RœV—1£Y;J–Ý–%ôu DÃ:Ñêh~‰¦3ú”lmí9µŒÏÅ!R *¹ sPÃÍNUÇMg ³æãËB¨Å?Ä4—¶p™[ ;D²Kè&¿´2ÇÏû“˜oVöÏß›nÔ¯kÄ÷ÐÈkHHè¨ö•G*×–<ÂÌóOŠ» Mù‚åâ¾,–ñÅ.^2­ ZP¶:wžÜ‡â]Åc¸@¿p¸Û‹C#-SKVZÔ£\z¾¤ÜÚl‰µ‘¡ñ¥Géú,›íxuü?ʼnÀMõÁ¨ú¿Å…HT”lz<¿Å†L™(<àeõ?‹ ‡¤Ùâ§ö‹& í«›ŒÿdþöQé“ë/ü'÷°É‚-#–øµMu¶¥Ý¶£%©Õ.ž=1V®^ò}¯]Å×…ÖGÙ=ÝZõo­ÐîpDcµºz­AŠÍÏ3—˜št†ï`÷ ¥æØ»LðK6ãm3¼ˆéÓѰ)"±?[’×.8±)2›uÞ&¿î+ˆ",¶Åè”iS3n}`Pcè}MnfY“j8Ǻ™ ÕâqATxqÁ‘ÀqÀ%À•åˆã˜(½?ÓæÂ„c€¥ká€ã{ç»ìa·ü&Êa-Ôî«vP MqÍè§,x¾Ï· ^ïqÙ]bsMß4‹#! ¸·m9­AóŠ9WŽXù“w˜Ëw‡YÛQv¼#vYçmÂÞ`PJý§W•õå©i™C\†/ê¿ö”ÒÛ»×fÞ·+‹kmq6¶kc5N¼ß. 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Natural, aparece espontaneamente, mediante constrição segura, na qual os desencarnados de tal ou qual estagio evolutivo convocam à necessária observância de suas leis, conduzindo o instrumento mediúnico a preciosa labor por cujos serviços adquire vasto patrimônio de equilíbrio e iluminação, resgatando, simultaneamente, os compromissos negativos a que se encontra enleado desde vidas anteriores. Outras vezes surge como impositivo provacional mediante o qual é possível mais ampla libertação do próprio médium, que, em dilatando o exercício da nobilitação a que se dedica, granjeia consideração e títulos de benemerência que lhe conferem paz. Sem duvida, poderoso instrumento pode converter-se em lamentável fator de perturbação, tendo em vista o nível espiritual e moral daquele que se encontra investido de tal recurso. (2)¡0 2±"ªrj¿ f  òóÆ 0ß¾ÁðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.°/È`~*+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îè ï€ 0 ÿ ð÷ Pðð ð( ð ðð¬¢ ð ƒ ð0€¬E鿃¿Àÿð€£ ðLŸ BA eclosão mediúnica pode, então, ocorrer sob duas formas: Espontânea  não causa maiores desconfortos, quer físicos quer emocionais, ao médium iniciante; Provacional  o médium apresenta descompassos emocionais, que atingem a sua organização física. Podem ocorrer perturbações espirituais. Esta última forma é a forma mais comum do surgimento da mediunidade no estado evolutivo em que ainda nos encontramos. O presente estudo se deterá mais nesse aspecto. O surgimento da faculdade mediúnica não depende de lugar, idade, condição social ou sexo. Pode surgir na infância, adolescência ou juventude, na idade madura ou na velhice. Pode revelar-se no Centro Espírita, em casa, em templos de quaisquer denominações religiosas, no materialista. (4) Os sinais ou sintomas que anunciam a mediunidade variam ao infinito. Reações emocionais insólitas. Sensação de enfermidade, só aparente. Calafrios e mal-estar. Irritações estranhas (4).¡0: 2è 2€ 2¢ªVš ?µòóÆ 0ßäèòóÆ 0ß¡ð£ ð ³ ðB€ˆNé…‡¿ƒ¿Àÿð1§C ð1Ÿ¨ ªðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.°/ÈP”+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +î;ï€ 0 «ð£`ðð;ð( ð ðð¢ ð ƒ ð0€ˆk鿃¿Àÿð€f 𣟨_Quando do aparecimento da mediunidade, surgem distúrbios vá-rios, sejam na área orgânica, através de desequilíbrios e doen-ças, ou mediante inquietações emocionais e psiquiátricas, por debilidade da sua [do médium] constituição fisiopsicologica. Não é a mediunidade que gera o distúrbio no organismo, mas a ação fluídica dos Espíritos que favorece a distonia ou não, de acordo com a qualidade de que esta se reveste. Por outro lado, quando a ação espiritual é salutar, uma aura de paz e de bem-estar envolve o medianeiro, auxiliando-o na preservação das forcas que o nu-trem e sustentam durante a existência física. (3) O momento da eclosão da faculdade mediúnica no Espírito encarnado é de fun-damental importância, uma vez que essa faculdade poderá pro-porcionar benefícios ao próprio encarnado e ao próximo, se bem orientada e amparada fraternalmente. Deve-se considerar, no em-tanto, que nem sempre a pessoa é convenientemente assis-tida logo que desabrocham suas faculdade mediúnicas; seja por ignorância a respeito do assunto, o que é mais comum, seja por desinteresse ou desatenção dos familiares ou dos amigos.¡` 2`ªÚvfjG 0 r- ³òóÆ 0ßhlðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.°/È0ëŸî˜ï€ 0 ðpð\ð˜ð( ð ð\ð`¢ ð\ ƒ ð0€X¨é¿ƒ¿Àÿð€€Á ðŸ¨*Em outras ocasiões, os médiuns iniciantes, por ser revelarem (...) fascinados pelo entusiasmo excessivo, diante do impacto das revelações espirituais que os visitam de jato, solicitam o entendimento e o apoio dos irmãos experimentados, para que não se percam, através de engodos brilhantes. (5) Assim, em questão de mediunidade, é importante conhecer bem o assunto para poder auxiliar, efetivamente, aquele que busca amparo na casa Espírita. Não esqueçamos que a (...) maioria dos estudantes do Espiritismo situam na mediunidade a pedra basilar de todas as edificações doutrinarias, mas cometem o erro de considerar por médiuns tão somente os trabalhadores da fé renovadora, com tantas tarefas especiais, ou os doentes psíquicos que, por vezes, servem admiravelmente à tarefa das manifestações fenomênicas. (7)¡+ 2+ª<#òóÆ 0ß#&òóÆ 0ß'*ðH ð\ ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.‹3È\•Rî¬ï€ 0 Ãð»ð`ðSð( ð ð`ð¢ ð` ƒ ð0€|°é¿ƒ¿ÀÿðP€ 𻟨Auxiliar a educação e o desenvolvimento do médium não é tarefa fácil. Exige do dirigente espírita devotamento nesse gênero de tarefa, assim como disposição para orientar com bondade e paciência, sobretudo se o médium iniciante apresenta mediunidade provacional. É importante compreender que, no inicio da prática mediúnica, os médiuns topam com o escolho (...) de terem de haver-se com Espíritos inferiores e devem dar-se por felizes quando são apenas Espíritos levianos. Toda atenção precisam pôr em que tais Espíritos não assumam predomínio, porquanto, em acontecendo isso, nem sempre lhes será fácil desembaraçar-se deles. É ponto esse de tal modo capital, sobretudo em começo, que, não sendo tomadas as precauções necessárias, podem perder-se os frutos das mais belas faculdades. (1)¡ 2ª>ù  òóÆ 0ßðH ð` ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.•3È0* a+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îYï€ 0 pðh°ðdðð( ð ðdðÈ¢ ðd ƒ ð0€„Þ鿃¿ÀÿðŒ€P ðhŸ¨xA pessoa, cuja faculdade mediúnica eclodiu e que dispôs a iniciar o seu exercício, deve ter consciência da importância e da significação dessa tarefa. Por isso mesmo, os amigos desencarnados, sempre que responsáveis e conscientes dos próprios deveres diante das Leis Divinas, estarão entre os homens exortando-os à bondade e ao serviço, ao estudo e ao discernimento, porquanto a força mediúnica, em verdade, não ajuda e nem edifica quando esteja distante da caridade e ausente da educação. (6) É necessário, contudo, reconhecer que, na esfera da mediunidade, cada servidor se reveste de características próprias. O conteúdo sofrerá sempre a influenciação da forma e da condição do recipiente. Essa é a lei do intercambio. (...) Mediunidade, pois, para o serviço de revelação divina reclama estudo constante e devotamento ao bem para o indispensável enriquecimento de ciência e virtude. A ignorância poderá produzir indiscutíveis e belos fenômenos, mas só a noção de responsabilidade, a consagração sistemática ao progresso de todos, a bondade e o conhecimento conseguem materializar na Terra os monumentos definitivos da felicidade humana. (8)¡y 2yªVë“ æòóÆ 0ßëïòóÆ 0ßuxðH ðd ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.•3Èpž°+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îDï€ 0 [ðS@ð <ðëð( ð ð<ð¢ ð< s ð*€|äé¿3fÿ¿Àÿ"ñ¿`ð €Ê 𩟨Estudo e Prática da Mediunidade¡ (2 (ÿÿþªH ð¾¢ ð< ƒ ð0€tí鿃¿Àÿð  €' ð^Ÿ¨ Prática II¡ (2 0ªð½¢ ð< ƒ ð0€Üï鿃¿Àÿðà €ç  ð]Ÿ¨ Roteiro 1¡ (2 0ªð¿¢ ð< ƒ ð0€dÐ鿃¿Àÿðð €7 ð_Ÿ¨Irradiação Mental¡(2ª ðØ¢ ð< ƒ ð0€\)”¿ƒ¿Àÿð€ €€Ô ðxŸ¨*Aprendendo a fazer irradiações mentais (1)¡+(2+ª +ðh² ð < C ð@AÁ&Ãobra-livro_mediunsð§€ ðH ð< ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.ñ1ÈPÓCÎ+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îï€ 0 rðj°ðŒðð( ð ðŒðÊ¢ ðŒ ƒ ð0€Œ¿ƒ¿Àÿðö€ ðjŸ¨ A finalidade do exercício de irradiação mental é desenvolver a expansão do pensamento e dos fluidos, produzindo ideoplastias (ou imagens mentais), base das irradiações mentais, sob o controle da vontade. É importante considerar o seguinte: a) se necessário, associar uma prece às irradiações mentais; b) pode-se colocar uma música suave, tocada em surdina, durante a irradiação. Não se trata, porém, de uma exigência, evitando-se, a propósito, a dependência de só se fazer irradiações mentais com música; c) evitar qualquer tipo de práticas divorciadas da orientação espírita (posições corporais, respiração intencionalmente ritmada ou ofegante, uso de incenso, etc.); d) as irradiações não devem ser prolongadas: cinco minutos, no máximo; e) não realizar, em hipótese alguma, desdobramento da personalidade, ou entrar em transe mediúnico, uma vez que a finalidade do exercício é desenvolver a expansão mental e fluídica, em apoio à harmonização intima; f) as irradiações, como a prece, podem ser feitas no lar, fora da Casa Espírita.¡  2 ª&p ðH ðŒ ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.9Èà’è’î… ï€ 0 œð” ð8ð,ð( ð ð8ðô¢ ð8 ƒ ð0€œ=Œ¿ƒ¿Àÿð€” ðPˆHŠ@º___PPT9‹"¬ ð<Ÿ @Fontes de Consulta KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos  Cap XVII, item 211 FRANCO, Divaldo Pereira. Estudos Espíritas. Pelo Espírito de Joanna de Angelis. Cap 18 ____. Médiuns e Mediunidade. Pelo Espírito de Vianna de Carvalho, p 38 PERALVA, Martins. Mediunidade e Evolução, Cap 3 XAVIER, Francisco Candido e VIEIRA, Waldo. Estude e Viva. Pelos Espíritos de Emmanuel e André Luiz. Cap 37 _____. Seara dos Médiuns. Pelo Espírito de Emmanuel. Capitulo: Força Mediúnica. _____. Roteiro. Pelo Espírito de Emmanuel, Cap. 27, p 115 _____, p 116-117¡4(2 2$ª4.C)eK5 òóÆ 0ßòó Æ 0ßMSòó Æ 0ߤ¨òó Æ 0ßëòòó Æ 0ß!òóÆ 0߆‹òó Æ 0ßÖÛòóÆ 0ߦøØø8XðH ð8 ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.ñ1È ”ýN+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +r@`× ÑÃs!c, ±R[F0¦3F9ú>$§Lõs >\$Å1þÿà…ŸòùOh«‘+'³Ù0\­ `hxˆ ”  À Ì ØäìäSlide 1Marcos 25Microsoft PowerPoint@ð…rv_@0­³w/È@€2½yÊdGh¬ÿÿÿÿ‰g  ,V¡'&" WMFCå¥ <8?@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ[\]^_`abcdefghijklmnopqrstuvwxyz{|}~€‚ƒ„…†‡ˆ‰Š‹ŒŽþÿÿÿ‘’“”•–—þÿÿÿ™š›œžŸþÿÿÿýÿÿÿýÿÿÿ£þÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿRoot Entryÿÿÿÿÿÿÿÿd›Oφꪹ)èþÿÿÿPicturesÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿCurrent Userÿÿÿÿÿÿÿÿ˜SummaryInformation(ÿÿÿÿ9Œ­PowerPoint Document(ÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ ª\DocumentSummaryInformation8ÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ