ÐÏࡱá>þÿ ôþÿÿÿþÿÿÿòóÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ Fð0 Gö9šk7ðœÿ3‘†BÿÿØÿàJFIFddÿìDucky<ÿîAdobedÀÿÛ„       ÿÀœdÿÄ !1AQ"aq2‘BR#$±ÑbÒâ3ð¡Á‚S4áñ’cD%¢Âƒ£ÓT&!Q1Aaðq‘¡Ñ"2ÿÚ ?áeõ\zD'sÌÓ׈¶BiOH8!I;‚CTÈ×$v¡©Â‹Yøf|θêÉÆ†ƒÄ½éÈç„ ZåÀþÊàNõªŽ(&¹z ‘Œ©Övù1Q/\é­p¥ Æ™PgN—ªÎç¼ö×»Xå‹\¦\3E·SIö‚²Šz}XĬ7{OeY;{dÚœ”=Ë»µõëÓÙÛöÀIjò ÁŽåQÞv¯uw¶és$ Üs]_*«¢Ók´Ô‚gÔ8¶€ª2¦%£3døy´îlòMwF™aÖxN²†NÆø’Ñ<.¢yZr†êÜŽ«.ãÏåfa×ôT ¼ìoˆÇW1õ’(Ö(Õ®!b#%@uÔª×!Ë ý/YQo‡Ü€ýÆ´ú²FCz0©à©/É=Ñ¢Ÿ‡=iâ´áë¤ë/``¿.>`"ñýX´M8bp§ÏŠ2ªšä2¯¯G×·äããþñn~šú3Âà/x·9ÀšŒNÑÈ^ñ:šsôrÏmĺáÚ9Ö‚¿Ìv…?^Þ¿ÌZaÚ;dHùñ°,>Q‚ô ÙŸFsôàú¼1 VÜ®¦µÛînSÌðÆÎªkJQZrÄÛ ·že¾{S#KÁF¥C;2ÓËOh-Gû±˜óH®·×¥$ÒÓÝÍzezÚ~m …Ïù-Nã|¼u½ÏQ—ÜhPÄH‘9—# ê+è®1;bÖ¦Ü/’© ÖK6:hI ªãæ£!sŹÌð5Ë0b àqÖªiÄúëé‹áéÅ$8`FCŽÿmp xTü˜+ú°^Ÿ€‚Ou±´–eŒ$Q!‘Ö5‹_EM8c1ʺ]Ø+hX\õPt¨s$ÊYX®ªµ|q˜£òBçoi#·XCM®_°¢(%lȤ•ˈ8\ bÖÝb@Ñ€±¢ªQ@Ë—/ ^°¶–•5ãLi=?Õ€,þlP9ÓúðËsNYUXÔª“¯ gofºù’ 0ÞZ\6ˆgI]EYU z±5ök·‰)1©¦6À/O1Ç_pg³–ضyF…[Ú¡u9ÓÑŒÏÚÏQnL•ºY@áh€FM9iv®u©ÆzÏÒí+*„fRZss$¥<âMJk¯“ʺyå„é4456¯GëÇ@ô5ˆ ,ôÓžÍIý8£º7–Ú¶Þ¬_Ï”ôá&™[>4áïöu×V>ì÷3#oWw:¥¨#q«Ræ5HH$úqòçÍÛOK§Û—NÓÜZG,çéæ?YiJV:DþQÄo6…ï³mz̨b6²55˜ÙŠ•oŒ8ãÛõý·‰&ÇS,Ýå.·žÙI-$ôÓéÔˆÊÞdˆV²´¹ŠöÕ$We†KÏ´tg¼ˆÈkʵ4>¼süÅ­+µ¥ÏºMÑ‚D‘ ½[Ÿ+)‘žBa!©¹‚9bGëöSJ”\ÝFUõ¨æRAÓÓ™êáÅ¥k\n'4RœV—1£Y;J–Ý–%ôu DÃ:Ñêh~‰¦3ú”lmí9µŒÏÅ!R *¹ sPÃÍNUÇMg ³æãËB¨Å?Ä4—¶p™[ ;D²Kè&¿´2ÇÏû“˜oVöÏß›nÔ¯kÄ÷ÐÈkHHè¨ö•G*×–<ÂÌóOŠ» Mù‚åâ¾,–ñÅ.^2­ ZP¶:wžÜ‡â]Åc¸@¿p¸Û‹C#-SKVZÔ£\z¾¤ÜÚl‰µ‘¡ñ¥Géú,›íxuü?ʼnÀMõÁ¨ú¿Å…HT”lz<¿Å†L™(<àeõ?‹ ‡¤Ùâ§ö‹& í«›ŒÿdþöQé“ë/ü'÷°É‚-#–øµMu¶¥Ý¶£%©Õ.ž=1V®^ò}¯]Å×…ÖGÙ=ÝZõo­ÐîpDcµºz­AŠÍÏ3—˜št†ï`÷ ¥æØ»LðK6ãm3¼ˆéÓѰ)"±?[’×.8±)2›uÞ&¿î+ˆ",¶Åè”iS3n}`Pcè}MnfY“j8Ǻ™ ÕâqATxqÁ‘ÀqÀ%À•åˆã˜(½?ÓæÂ„c€¥ká€ã{ç»ìa·ü&Êa-Ôî«vP MqÍè§,x¾Ï· ^ïqÙ]bsMß4‹#! ¸·m9­AóŠ9WŽXù“w˜Ëw‡YÛQv¼#vYçmÂÞ`PJý§W•õå©i™C\†/ê¿ö”ÒÛ»×fÞ·+‹kmq6¶kc5N¼ß. 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Obsessão. Desobsessão¡;(2;ª&/ ð¢ ð  ƒ ð0€Ø$鿃¿Àÿð° €€ 𹟨7Obsessão: o obsessor, o obsidiado, o processo obsessivo¡8(28ª@  ðB ð s ð*“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.w/ȲÌk+Dñ='ñ ©ÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îÙ ï€ 0 ððè0ð ð€ð( ð ð ðH¢ ð ƒ ð0€Ô„鿃¿Àÿð€j ð蟠–1. Conceito de Obsessão Obsessão é o (& ) domínio que alguns Espíritos logram adquirir sobre certas pessoas. Nunca é praticada senão pelos Espíritos inferiores, que procuram dominar. Os bons Espíritos nenhum constrangimento infligem. Aconselham, combatem a influência dos maus e, se não os ouvem, retiram-se. Os maus, ao contrário, se agarram àqueles de quem podem fazer suas presas. Se chegam a dominar algum, identificam-se com o Espírito, deste e o conduzem como se for a verdadeira criança. (2) Geralmente é distúrbio espiritual de longo curso, (& ) com graves conseqüências, em forma de distonias mentais, emocionais e desequilíbrios fisiológicos. (3) Em casos mais graves, (& ) a obsessão é enfermidade espiritual de erradicação demorada e difícil, pois que muito mais depende do encarnado perseguido do que do desencarnado perseguidor. (6)¡0 24(24ªnî\ 4¹òó Æ 0ßîòòó¡Æ 0ß‹òó¢Æ 0ßHKðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.°/È`~*+Dñ='ñ ©ÿÿÿÿ=ñ @Bñ +î¾ ï€ 0 . ð& `ð(ð¾ð( ð ð(ð†¢ ð( ƒ ð0€Ì–鿃¿Àÿð€ö ð&Ÿ R2. Quem é o obsessor Obsessor  do latim obsessore  Aquele que causa a obsessão; que importuna (...) Não é um ser estranho a nós. Pelo contrário. É alguém que privou da nossa convivência, de nosso intimidade, por vezes com estreitos laços afetivos. (14) O Espírito perseguidor, genericamente denominado obsessor, em verdade é alguém colhido pela própria aflição. Ex-transeunte do veiculo somático, experimentou injunções que o tornaram revel, fazendo que guardasse no recesso da alma as aflições acumuladas, de que não se conseguir liberar sequer após o decesso celular. Sem duvidas, vitima de si mesmo, da própria incúria e invigilância, transferiu a responsabilidade do seu insucesso a outra pessoa que, por circunstancia qualquer, interferiu decerto negativamente na mecânica dos seus malogros. (...) (4) ¡0 2(2ªð   È1}q@ §òó£Æ 0ßúÿòó‡Æ 0ßµºòó¤Æ 0ß%)ðH ð( ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.TFÈ€L=îZï€ 0 Êð€ð,ðZð( ð ð,ð"¢ ð, ƒ ð0€ªé¿ƒ¿Àÿð €\  ðŸ¨ôHá obsessores que não possuem vínculos cármicos com o encarnado e que, no entanto, podem causar-lhe grandes transtornos. São Espíritos moralmente inferiores, geralmente agindo (...) de preferência nas próprias paisagens invisíveis, em torno de entidades desencarnadas não devidamente moralizadas, mas também podendo interferir na vida dos encarnados, prejudicando-os e até os levando aos estados alucinatórios, ou mesmo ao estado de obsessão, pelo simples prazer de praticar o mal, divertindo-se. (8)¡"õ(2ôªX Âòó¥Æ 0ßñôðH ð, ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.ZFÈÐÓ>5îqï€ 0 áðÙð0ðqð( ð ð0ð9¢ ð0 ƒ ð0€øç鿃¿Àÿð~€ð ðÙŸ¨•2.1 Tipos de obsessores a) Obsessores que não intencionam fazer o mal Há obsessores que (...) não são totalmente maus, é preciso que se diga. Como ninguém é absolutamente mau. São, antes, doentes da alma. Possuem sementes de bondade, recursos positivos que estão abafados, adormecidos. (...) Nem todo obsessor tem consciência do mal que está praticando. Existem aqueles que agem por amor, por zelo, pensando ajudar ou querendo apenas ficar junto do ser querido. (15) São pessoas mais desajustadas em termos afetivos. Amam egoisticamente; exigem, igualmente, exclusividade nas relacoes afetivas. Outras vezes amam alguém de forma deturpada, com excessiva apego. ¡0F 2P(2~ªÀ      Ú™mNòó¦Æ 0ßÎÓðH ð0 ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.ZFÈPàp5î³ï€ 0 #ðÀð4ð³ð( ð ð4ð{¢ ð4 ƒ ð0€dŠ¿ƒ¿Àÿð€U  ðŸ¨¹É uma mãe ou um pai fortemente vinculados a um filho, tolhendo sua liberdade, restringindo-o ao campo da sua atuação. Não querem dividi-lo com ninguém. É um esposo ou esposa ciumentos, que desconfiam de tudo, que mantém controle do cônjuge, fazendo-o prisioneiro nas garras de sua insegurança. Essas são as principais características do obsessor não propriamente vinculado ao mal, mas vinculado ao egoísmo, ao ciúme e ao sentimento de posse.¡º(2ºª&QaðH ð4 ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.[FÈ (0îì ï€ 0 \ ðT àð8ðìð( ð ð8ð´¢ ð8 ƒ ð0€˜=Š¿ƒ¿Àÿð€ì ðTŸ ¦b) Obsessores vinculados ao mal Obsessores, sim, os há, transitoriamente, que se entregam à fascinação da maldade, de que se fazem cultores, enceguecidos e alucinados pelos tormentosos desesperos a que se permitiram, detendo-se nos eitos, de demorada loucura (...)  verdugo impiedoso de si mesmo  pois todo o mal sempre termina por infelicitar aquele que lhe presta culto de subserviência. Tais Entidades  que oportunamente são colhidas pelas sutis injunções da Lei Divina  governam redutos de sombra e viciação, com sede nas Régios Tenebrosas da Erraticidade Inferior, donde se espraiam na direção de muitos antros de sofrimento e perturbação na Terra, atingindo, também, vezes muitas, as mentes ociosas, os Espíritos calcetas, os renitentes, revoltados, (...) por cujo comércio dão inicio a processos muito graves de obsessão de longo curso. (5)¡$ 24(2TªÖ  c O: 2huòósÆ 0ßèíòóoÆ 0ßekòó§Æ 0ßPSðH ð8 ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.[FÈð„Ö\îCï€ 0 ³ð«ðð<ðCð( ð ð<ð ¢ ð< ƒ ð0€¼NŠ¿ƒ¿Àÿð‰€ð 𫟨)Tais obsessores são (...) adeptos da revolta e do desespero. (...) São pobres desequilibrados que tentam induzir todas as situações à desarmonia em que vivem. (20) Eles se organizam em falanges cujos integrantes apresentam, no perispírito, aspectos (...) disformes, grotescos, extravagantes, e cujas configurações e ações pareceriam fruto de pesadelos àqueles que não se afinam com as blandícias da Espiritualidade. Provocam-nos, seduzem-nos, aterrorizam-nos, criando mil fantasmagorias que à pobres vítimas parecerão alucinações diabólicas, das mesmas se servindo, ainda, como joguetes para a realização de caprichos, maldades e até obscenidades. Comumente, queixam-se os suicidas de tais falanges, cujo assalto lhes agrava, no pélago de males para onde o suicídio os atirou, o seu insuportável suplicio. (9)¡*(2*ª† Ý NGòó¨Æ 0ߟ¤òóqÆ 0ß‹òóÆ 0ßÙßòó©Æ 0ß&)ðH ð< ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.[FȪü\î¤ï€ 0 ð  ð@ð¤ð( ð ð@ðl¢ ð@ ƒ ð0€ˆoŠ¿ƒ¿Àÿð€Ò ð Ÿ  3. Quem é o obsidiado Obsidiado  Obsesso; importunado, atormentado, perseguido. Individuo que se crê atormentado, perseguido pelo Demônio (...). Obsidiados  todos nós, o fomos ou ainda somos. (13) 2.1 Tipos de obsidiados a) Psicopatas amorais São Espíritos endividados, que contraíram débitos pesados em existências anteriores, após, estágio mais ou menos prolongado nas regiões espirituais de sombras e de dor, e que volvem à reencarnação, quando se mostrem inclinados à recuperação dos valores morais em si mesmos.¡` 2±(2. 2(2±(ª¼   s &  òóªÆ 0ßÂÆòó…Æ 0ßâìòóÆ 0ßìíòó†Æ 0ßíôðH ð@ ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.\FÈ lŒåî² ï€ 0 " ð @ðDð²ð( ð ðDðz¢ ðD ƒ ð0€°ƒŠ¿ƒ¿Àÿð€Ô ðŸ (Transportados a novo berço, comumente entre aqueles que os induziram à queda, quando não se vêem objeto de amorosa ternura por parte de corações que por eles renunciam à imediata felicidade nas Esferas Superiores, são resguardados no recesso do lar. Contudo, renascem no corpo carnal espiritualmente jungidos às linhas inferiores de que são advindos, assimilando-lhes, facilmente, o influxo aviltante. Reaparecem, desse modo, na arena física. Mas, via de regra, quando não se mostram retardados mentais, desde a infância, são perfeitamente classificáveis entre os psicopatas amorais, segundo o conceito da  moral insanity [insanidade moral], vulgarizado pelos ingleses, demonstrando manifesta perversidade, na qual se revelam constantemente brutalizados e agressivos, petulantes e pérfidos, indiferentes a qualquer noção da dignidade e da honro, continuamente dispostos a mergulhar na criminalidade e no vicio. (18)¡•(2•ªV4#òóÆ 0ß4Fòó«Æ 0ß”ðH ðD ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.\FÈà“7ìîˆï€ 0 øðð`ðHðˆð( ð ðHðP¢ ðH ƒ ð0€pŠ¿ƒ¿Àÿð€ ð🨌b) Doentes Mentais Reconhecemos, com os ensinamento da Doutrina Espírita, que todos aqueles portadores de esquizofrenias, psicopatologias variadas, dentro de um processo cármico, são Entidades normalmente vinculadas a graves débitos, a dividas de delitos sociais, e, conforme nos achamos dentro desse quadro de compromissos, essas psicopatologias de multiplicada denominação assumem intensidade maior ou menor (...). Nos casos de epilepsias, tudo nos leva a crer que as Entidades credores em se aproximando do devedor diretamente, ou por meio do pensamento, promovem como um acordamento da culpa, e ele mergulha, então no chamado transe epiléptico. (7)¡, 2z(2Œª„z!ý ‡ ?òó€Æ 0ßz‰òótÆ 0ß®¸òó¬Æ 0߉ŒðH ðH ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.^FÈ þzîƒï€ 0 óðë€ðLðƒð( ð ðLðK¢ ðL ƒ ð0€x¸Š¿ƒ¿ÀÿðЀ  ð럨£Na (...) retaguarda dos desequilíbrios mentais, sejam da ideação ou da afetividade, da atenção e da memória, tanto quanto por trás de enfermidades psíquicas clássicas, por exemplo, as esquizofrenias e as parafrenias, as oligofrenias e a paranóia, as psicoses e neuroses de multifária expressão, permanecem as perturbações da individualidade transviada do caminho que as Leis Divinas lhe assinalam à evolução moral. (17)¡ ¤(2£ª´¸  ’òóuÆ 0߸Æòó|Æ 0ßÌ×òó{Æ 0ßÜèòó}Æ 0ßíõòó~Æ 0ßúòózÆ 0ß òó­Æ 0ߟ£ðH ðL ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë._FȰÙî¯ï€ 0 ððPð¯ð( ð ðPðw¢ ðP ƒ ð0€4ÌŠ¿ƒ¿Àÿðf€Ð ðŸ¨mc) Psicopatas astênicos e abúlicos Aqueles Espíritos relativamente corrigidos nas escolas de reabilitação da Espiritualidade desenvolvem-se, no ambiente humano, enquadráveis entre os psicopatas astênicos e abúlicos, fanáticos e hipertímicos, ou identificáveis como representantes de várias doenças e delírios psíquicos, inclusive aberrações sexuais diversas. (18) As características predominantes destes obsidiados são as irresponsabilidades e a fraqueza perante a vida. Neles o senso de honra ou de dever, é, praticamente, inexistente. Não sabem ou não conseguem tomar uma decisão, revelando uma terrível fraqueza moral.¡B# 2K(2Jªô «    <  ( ÏòóxÆ 0ßÂËòóyÆ 0ßÍÖòóvÆ 0ߨáòówÆ 0ßäðòórÆ 0ß,>òónÆ 0ßJ]òó®Æ 0ßglðH ðP ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë._FÈ0æQî÷ï€ 0 gð_ÀðTð÷ð( ð ðTð¿¢ ðT ƒ ð0€\ÕŠ¿ƒ¿Àÿð€í  ð_Ÿ¨y4. O Processo obsessivo O processo obsessivo não se instala de imediato: é gradual, de acordo com o grau ou a intensidade da obsessão, que Kardec classifica em simples, fascinação e subjugação, objeto de estudo do próximo roteiro. No inicio, o Espírito perseguidor localiza na sua vitima (...) os condicionamentos, a predisposição e as defesas desguarnecidas, disso tudo se vale o obsessor para instalar a sua onda mental na mente da pessoa visada. A interferência se dá por processo análogo ao que acontece no rádio, quando uma emissora clandestina passa a utilizar determinada freqüência (...). Prejudicando-lhe a transmissão. (11)¡: 2b(2aªX‹ìðòó¯Æ 0ßuyðH ðT ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë._FÈ0zþîVï€ 0 Æð¾ÐðXðVð( ð ðXð¢ ðX ƒ ð0€l㊿ƒ¿Àÿð©€  𾟨²O passo seguinte é a ação persistente do obsessor para que se estabeleça a sintonia mental, entre ele e o perseguido. Passa a enviar (...) os seus pensamentos, numa repetição constantes, hipnótica, à mente da vítima, que, incauta, invigilante, assimila-os e reflete-os, deixando-se dominar pelas idéias intrusas. (12) Além da ação hipnótica, há também o desenvolvimento fluídico, que torna o perseguido debilitado, favorecendo, assim, a ação do obsessor. O Espírito perseguidor (...) atua exteriormente, com a ajuda [por intermédio] do seu perispírito, que ele identifica com o do encarnado, ficando este afinal enlaçado por uma como teia e constrangido a proceder contra a sua vontade. (1)¡³(2³ªp)êòó°Æ 0ß9>òó±Æ 0߯²ðH ðX ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë._FÈp‘ÿî¼ï€ 0 ,ð$ð\ð¼ð( ð ð\ð„¢ ð\ ƒ ð0€È©¿ƒ¿Àÿð€Ú ð$Ÿ¨`O obsessor não dá trégua ao obsidiado. Por ação própria e de outros Espíritos que são igualmente por ele dominados, mantém ação persistente junto ao objeto de sua perseguição. Durante o sono, sobretudo, age com mais intensidade. A pessoa (...) deixa-se dominar por um inimigo invisível, durante o sono. Afina-se com o caráter deste e recebe as suas ordens ou sugestões, tal como o sonâmbulo às ordens do seu magnetizador. Ao despertar, reproduz, mais tarde, em ações da sua vida prática, as ordenações então recebidas, as quais poderão levá-lo até mesmo ao crime e ao suicídio. Será prudente que a oração e a vigilância sejam observadas com assiduidade, particularmente antes do sono corpóreo, a fim de proteger o médium contra esse terrível perigo, pois que isso favorecerá uma como harmonização de sua mente com as forças do Bem, o que o evitará o desastre. (10)¡a(2aªX 7òó²Æ 0ß\`ðH ð\ ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.fFÈ0¤Oìîà ï€ 0 P ðH ð`ðà ð( ð ð`𨠢 ð` ƒ ð0€¨éŠ¿ƒ¿Àÿð€ ðH Ÿ ¤Em outras ocasiões, os obsessores agem sobre os perseguidos (...) empolgando-lhes a imaginação com formas mentais monstruosas, operando perturbações que podemos classificar como  infecções fluídicas e que determinam o colapso cerebral com arrasadora loucura. E ainda muito outros, imobilizados nas paixões egoísticas desse ou daquele teor, descansam em pesado monodeísmo, ao pé dos encarnados, de cuja presença não se sentem capazes de afastar-se. Alguns, como os ectoparasitas temporários, procedem à semelhança dos mosquitos e dos ácaros, absorvendo as emanações vitais dos encarnados que com eles se harmonizam, aqui e ali; mas outros muitos, quais endoparasitas conscientes, após se inteirarem dos pontos vulneráveis de suas vitimas, segregam sobre elas determinados produtos, filiados ao quimismo do Espírito, e que podemos nomear como simpatinas, e aglutininas mentais, produtos esses que, sub-repticiamente, lhes modificam a essência dos próprios pensamentos. (...) (16)¡Ó(2 H ^ ¯ €(  kòóˆÆ 0ßJTòópÆ 0ßXcòó³Æ 0ßÎÒðH ð` ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.fFÈ`fÏíî]ï€ 0 ÍðÅ@ðdð]ð( ð ðdð%¢ ðd ƒ ð0€Ø$©¿ƒ¿Àÿðj€@ ðÅŸ¨/Nos processos obsessivos mais intensos, em que o obsidiado já não se governa, tornando-se evidentes os distúrbios psíquicos e físicos, os obsessores mais distanciados do bem utilizam-se dos chamados ovóides para tornar ferrenha a perseguição. Esses Espíritos endurecidos implantam os ovóides na estrutura perispiritual do encarnado, em pontos estratégicos (medula nervosa, centros de força, etc.) para estabelecerem maior controle. Os ovóides são entidades humanas desencarnadas que perderam a forma anatômica do perispírito, característica da espécie humana.¡0(20ªZ1 P  òðH ðd ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.hFÈ buî°ï€ 0  ðPðhð°ð( ð ðhðx¢ ðh ƒ ð0€ŒôŠ¿ƒ¿Àÿðs€Ð ðŸ nO perispírito de tais criaturas sofreu uma espécie de transubstanciação, tendo adquirido uma morfologia anômala, de esferas escuras, pouco maiores que um crânio humano. Algumas dessas entidades apresentam movimentos próprios, agindo como se fossem grandes amebas. Outras, no entanto, mantêm-se em repouso, aparentemente inertes, ligadas ao halo vital das personalidades em movimento. (19) Algumas condições espirituais favorecem a ovoidização  transformação do perispírito do desencarnado em ovóide  por exemplo, sentimentos de vingança, de ódio ou perversão moral.¡8(28ª>€+ ~òó´Æ 0߀„ðH ðh ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.hFÈpö–uîlï€ 0 ƒð{@ð <ðð( ð ð<ð¢ ð< s ð*€ÌöŠ¿3fÿ¿Àÿ"ñ¿`ð €Ê 𩟨Estudo e Prática da Mediunidade¡ (2 (ÿÿþªH ð¿¢ ð< ƒ ð0€@0©¿ƒ¿Àÿð  €' ð_Ÿ¨ Prática III¡ (2 0ªð½¢ ð< ƒ ð0€`5©¿ƒ¿Àÿð €  ð]Ÿ¨ Roteiro 4¡ (2 0ªðâ ð< ƒ ð0€È9©¿ƒ¿Àÿðð €7 ðcŸ¨Harmonização Psíquica¡(2ª ðû¢ ð< ƒ ð0€Ð=©¿ƒ¿Àÿð Ѐð 𛟨?Autoconhecimento (II) Medicamentos Evangélicos Código Evolutivo¡@(2@ª0ðh² ð < C ð@AÁ&Ãobra-livro_mediunsð§€ ðH ð< ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.ñ1ÈPÓCÎ+Dñ='ñ ©ÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îªï€ 0 ð€ðlðª ð( ð ðlðr ¢ ðl ƒ ð0€@`©¿ƒ¿Àÿð€Ì ð Ÿ  Aberrações sexuais  Desvios, desarranjos ou anomalias que uma pessoa apresenta no campo sexual. Tara. Perversão sexual. Antros  Cavernas, grutas, covas profundas e escuras. Abismos. Recintos escuros e profundos Aglutininas  Que juntam, que agregam. No corpo físico, representam um tipo de anticorpo que produz aglomerados na substancia estranha que invadiu o organismo, facilitando, assim, as defesas orgânicas. Blandícias  Afagos, carinhos, caricias. Delírios Psíquicos  Transtornos graves do estado mental, geralmente de instalação brusca, caracterizados por desorientação, confusão, distorção de sensações, temores, etc. Eito  Seguimento ou serie de coisas que estão na mesma carreira, direção ou linha. A fio, sem interrupção. Epilepsia  Transtorno cerebral, caracterizado por uma descarga neurônica (do neurônio, isto é, da célula nervosa), exagerada, manifestada por episódios de disfunção motora, sensorial ou psíquica, acompanhada ou não por inconsciência ou movimentos convulsivos. Esquizofrenia  Grupo de transtornos psicológicos, que começam, amiúde, após a adolescência, caracterizados por alterações mentais na formação de conceitos, com má interpretação da realidade, associados a perturbações afetivas, de conduta e intelectuais. A pessoa tende a fugir da realidade.¡œ  2gV ¿ ›h ü ªÀfU ¿ šh ü òó‰Æ 0ßòóŠÆ 0ßy€òó‹Æ 0ßÕàòóŒÆ 0ߟ©òóÆ 0ßÈÛòóŽÆ 0ßuyòóÆ 0ßáêòóÆ 0ßæóðH ðl ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.iFÈ0WîVî„ï€ 0 ô ðì  ðpð„ ð( ð ðpðL ¢ ðp ƒ ð0€d€©¿ƒ¿Àÿð€ ðì Ÿ ˜ Fanático  Pessoa que apresenta perversão e excesso de sentimento religiosos. Zelo absurdamente excessivo a respeito de qualquer assunto. Algumas vezes pode caracterizar inicio de doença mental. Hipertímicos  Pessoas que revelam uma sensibilidade excessiva, com humor patologicamente lábil ou com instabilidade emocional acentuada. Emotividade excessiva Neurose  (Psiquiatria) uma das principais categorias de desajustes emocionais, classificados de acordo com o sintoma predominante. A angustia é o principal sintoma, embora não haja desorganização evidente da personalidade em relação à realidade exterior, mas pode haver certo comprometimento da ideação e do raciocínio. Oligofrenia  Deficiência mental. Parafrenia  Paranóia, Esquizofrenia. Paranóia  Forma rara de psicose paranóide, caracterizada pela instalação lenta de uma sistema complexo, internamente lógico, de alucinações persecutórias (isto é, perseguições) ou de grandeza baseado, amiúde, na falsa interpretação de um fenômeno real. O doente geralmente considera-se superior e dotado de dons incomparáveis mesmo divinos. Pélagos  Mar alto. Abismo. Psicopata  O individuo que entra continuamente em conflito com a conduta aceita, com a lei e com os costumes.¡œÍ 2» “:  N fª» >A:   , fòó‘Æ 0ßòó’Æ 0ßÃÏòó“Æ 0ßcjòó”Æ 0ߤ¯òó•Æ 0߯Ðòó–Æ 0ßìôòó—Æ 0ßBIòó˜Æ 0ß^gðH ðp ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.jFÈ`ä£Gîšï€ 0  ðÀðtðš ð( ð ðtðb ¢ ðt ƒ ð0€¼¡©¿ƒ¿Àÿð€ ð Ÿ & Psicopata abúlico  O individuo moralmente irresponsável, que perdeu a capacidade de tomas decisões. Psicopata amoral  O individuo moralmente irresponsável, que age assim por desconhecer os principio da moral. Psicopata astênico  O individuo moralmente irresponsável e fraco (astenia = fraqueza, perda ou ausência de força). Psicopatologia  Ramo da ciência que estuda os processos mentais, especialmente quando manifestados por alterações cognitivas perceptuais e intelectuais, durante a evolução de desordens mentais. Psicose  Transtorno mental caracterizado por desintegração da personalidade, no conflito com a realidade. Personalidade: a totalidade dos traços e dos tipos habituais de conduta do individuo, conforme impressionam os demais. Qualidades físicas e mentais (psicológicas) peculiares ao individuo e com conotações sociais. Revel  Parte citada e que não comparece em juízo. Que não faz caso de ordem, citação ou mandato legitimo. Rebelde, insurgente. Esquivo. Simpatina  Diz relação à simpatia, ou seja, relação mutua entre seres mais ou menos distantes, por meio da qual a alteração em um exerce um efeito sobre o outro. A palavra simpatina parece ser um neologismo, criado por André Luiz, para evidenciar ação mental de um Espírito sobre o outro, quando em sintonia espiritual.¡Š 2T^bµ9„ 8ªÞS] aµ9„ ¤ ‹òó™Æ 0ßòóšÆ 0ßevòó›Æ 0ßÓæòóœÆ 0ßGUòóÆ 0ß òóžÆ 0ßJOòóŸÆ 0ßÓÜðH ðt ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.kFÈÀ',kîr ï€ 0 ‰ ð ð8ð ð( ð ð8ðá ¢ ð8 ƒ ð0€üÄ©¿ƒ¿Àÿð0€ðPˆHŠ@º___PPT9‹"¬ ð) Ÿ¨{Fontes de Consulta KARDEC, Allan. A genese. Cap XIV, item 47 _______. O Livro dos Mediuns, Cap XXIII, item 237 FRANCO, Divaldo. Estudos Espiritas, p 143 _______. Grilhoes Partidos. p 17 _______, p 19 _______. Lampadario Espirita, p 124 FRANCO, Divaldo & TEIXEIRA, Raul. Diretrizes de Seguranca. Pergunta 96 PEREIRA, Yvonne. Devassando o Invisivel, cap V, p 104 _______, p 106 _______, p 179 SHUBERT, Suely C. Obsessão/Desobsessão, Cap 13 _______, p 51 _______, cap 11 _______, cap 13, p 67 _______, p 70 XAVIER, Chico & VIEIRA, Waldo. Evolucao em Dois mundos, Cap XV _______. Mecanismos da Mediunidade, cap 24. item Perturbacoes Morais¡4(2i 2iª    !     * òóµÆ 0ßòó¶Æ 0ß=Dòó·Æ 0ßouòó¸Æ 0ß™ òó¹Æ 0ߺÁòóºÆ 0ßÈÏòó»Æ 0ßìòòó¼Æ 0ß3:òó½Æ 0ßipòó¾Æ 0ßxòó¿Æ 0߇ŽòóÀÆ 0ß¶½òóÁÆ 0ßÄËòóÂÆ 0ßÔÛòóÃÆ 0ßêñòóÄÆ 0ßøþòóÅÆ 0ß7>¦øØø8XðH ð8 ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.ñ1È ”ýN+Dñ='ñ éÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îï€ 0 ˆð€àðxðð( ð ðxðࢠðx ƒ ð0€é¿ƒ¿Àÿð€ïðHˆ@Š8º___PPT9‹¬ ð0Ÿ¨€XAVIER, Chico & VIEIRA, item: Encarnacao de enfermo XAVIER, Chico. Libertacao, cap VI _______. Obreiros da Vida Eterna. Cap VIII¡! 2ªœ      #òóÆÆ 0ßòóÇÆ 0ßòóÈÆ 0ß4:òóÉÆ 0ßV]¦øØø8XðH ðx ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.oFÈt‚brx@e#_-)4 Wá¯JP >ÐG2L«QfUZ_¥eQm w›|&‚݈Ü:“þ˜æ£K¨wµ)ĵÒÑìõs ñð^Å1þÿà…ŸòùOh«‘+'³Ù0\­ `hxˆ ”  À Ì ØäìäSlide 1Marcos 57Microsoft PowerPoint@@´ˆÃ@0­³w/È@p $yÊš Gh¬ÿÿÿÿ‰g  ,V¡'&" WMFCáµ <8?@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ[\]^_`abcdefghijklmnopqrstuvwxyz{|}~€‚þÿÿÿ„…†‡ˆ‰Š‹ŒŽ‘’“”•–—˜™š›œžŸ ¡¢£¤¥¦§¨©ª«¬­®¯°±²³´µ¶·¸¹º»¼½¾¿ÀÁÂÃÄÅÆÇÈÉÊËÌÍÎÏÐÑÒÓÔÕÖרÙþÿÿÿÛÜÝÞßàáâãäåæçèéþÿÿÿëìíîïðñþÿÿÿýÿÿÿýÿÿÿõþÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿRoot Entryÿÿÿÿÿÿÿÿd›Oφꪹ)èþÿÿÿPicturesÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿCurrent UserÿÿÿÿÿÿÿÿêSummaryInformation(ÿÿÿÿƒŒ­PowerPoint Document(ÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ •ñDocumentSummaryInformation8ÿÿÿÿÿÿÿÿÚøÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ