ÐÏࡱá>þÿ ¥þÿÿÿþÿÿÿ£¤ÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ Fð0 Gö9šk7ðœÿ3‘†BÿÿØÿàJFIFddÿìDucky<ÿîAdobedÀÿÛ„       ÿÀœdÿÄ !1AQ"aq2‘BR#$±ÑbÒâ3ð¡Á‚S4áñ’cD%¢Âƒ£ÓT&!Q1Aaðq‘¡Ñ"2ÿÚ ?áeõ\zD'sÌÓ׈¶BiOH8!I;‚CTÈ×$v¡©Â‹Yøf|θêÉÆ†ƒÄ½éÈç„ ZåÀþÊàNõªŽ(&¹z ‘Œ©Övù1Q/\é­p¥ Æ™PgN—ªÎç¼ö×»Xå‹\¦\3E·SIö‚²Šz}XĬ7{OeY;{dÚœ”=Ë»µõëÓÙÛöÀIjò ÁŽåQÞv¯uw¶és$ Üs]_*«¢Ók´Ô‚gÔ8¶€ª2¦%£3døy´îlòMwF™aÖxN²†NÆø’Ñ<.¢yZr†êÜŽ«.ãÏåfa×ôT ¼ìoˆÇW1õ’(Ö(Õ®!b#%@uÔª×!Ë ý/YQo‡Ü€ýÆ´ú²FCz0©à©/É=Ñ¢Ÿ‡=iâ´áë¤ë/``¿.>`"ñýX´M8bp§ÏŠ2ªšä2¯¯G×·äããþñn~šú3Âà/x·9ÀšŒNÑÈ^ñ:šsôrÏmĺáÚ9Ö‚¿Ìv…?^Þ¿ÌZaÚ;dHùñ°,>Q‚ô ÙŸFsôàú¼1 VÜ®¦µÛînSÌðÆÎªkJQZrÄÛ ·že¾{S#KÁF¥C;2ÓËOh-Gû±˜óH®·×¥$ÒÓÝÍzezÚ~m …Ïù-Nã|¼u½ÏQ—ÜhPÄH‘9—# ê+è®1;bÖ¦Ü/’© ÖK6:hI ªãæ£!sŹÌð5Ë0b àqÖªiÄúëé‹áéÅ$8`FCŽÿmp xTü˜+ú°^Ÿ€‚Ou±´–eŒ$Q!‘Ö5‹_EM8c1ʺ]Ø+hX\õPt¨s$ÊYX®ªµ|q˜£òBçoi#·XCM®_°¢(%lȤ•ˈ8\ bÖÝb@Ñ€±¢ªQ@Ë—/ ^°¶–•5ãLi=?Õ€,þlP9ÓúðËsNYUXÔª“¯ gofºù’ 0ÞZ\6ˆgI]EYU z±5ök·‰)1©¦6À/O1Ç_pg³–ضyF…[Ú¡u9ÓÑŒÏÚÏQnL•ºY@áh€FM9iv®u©ÆzÏÒí+*„fRZss$¥<âMJk¯“ʺyå„é4456¯GëÇ@ô5ˆ ,ôÓžÍIý8£º7–Ú¶Þ¬_Ï”ôá&™[>4áïöu×V>ì÷3#oWw:¥¨#q«Ræ5HH$úqòçÍÛOK§Û—NÓÜZG,çéæ?YiJV:DþQÄo6…ï³mz̨b6²55˜ÙŠ•oŒ8ãÛõý·‰&ÇS,Ýå.·žÙI-$ôÓéÔˆÊÞdˆV²´¹ŠöÕ$We†KÏ´tg¼ˆÈkʵ4>¼süÅ­+µ¥ÏºMÑ‚D‘ ½[Ÿ+)‘žBa!©¹‚9bGëöSJ”\ÝFUõ¨æRAÓÓ™êáÅ¥k\n'4RœV—1£Y;J–Ý–%ôu DÃ:Ñêh~‰¦3ú”lmí9µŒÏÅ!R *¹ sPÃÍNUÇMg ³æãËB¨Å?Ä4—¶p™[ ;D²Kè&¿´2ÇÏû“˜oVöÏß›nÔ¯kÄ÷ÐÈkHHè¨ö•G*×–<ÂÌóOŠ» Mù‚åâ¾,–ñÅ.^2­ ZP¶:wžÜ‡â]Åc¸@¿p¸Û‹C#-SKVZÔ£\z¾¤ÜÚl‰µ‘¡ñ¥Géú,›íxuü?ʼnÀMõÁ¨ú¿Å…HT”lz<¿Å†L™(<àeõ?‹ ‡¤Ùâ§ö‹& í«›ŒÿdþöQé“ë/ü'÷°É‚-#–øµMu¶¥Ý¶£%©Õ.ž=1V®^ò}¯]Å×…ÖGÙ=ÝZõo­ÐîpDcµºz­AŠÍÏ3—˜št†ï`÷ ¥æØ»LðK6ãm3¼ˆéÓѰ)"±?[’×.8±)2›uÞ&¿î+ˆ",¶Åè”iS3n}`Pcè}MnfY“j8Ǻ™ ÕâqATxqÁ‘ÀqÀ%À•åˆã˜(½?ÓæÂ„c€¥ká€ã{ç»ìa·ü&Êa-Ôî«vP MqÍè§,x¾Ï· ^ïqÙ]bsMß4‹#! ¸·m9­AóŠ9WŽXù“w˜Ëw‡YÛQv¼#vYçmÂÞ`PJý§W•õå©i™C\†/ê¿ö”ÒÛ»×fÞ·+‹kmq6¶kc5N¼ß. Z?VŸ'Òú¾ÜõŸè̵—Ú¯*cÜÊJ.^!ʨÀ0¥y ÒG,@²¯«zySõ`¯¿îþåœNÞí¹nðÅ»t Õ‡8ÐT ¾‘þÌq‰F‡kí‘o{”;[\Çk5Åb·7è¼ÃùJÌ+¦µÒ« °Z}Ïc¿Ù796­êŠæÚEYX¡Y3 ô…86­ˆÛß°ïÛl»RÉig¸YÛÞÛC+¤R0*AbxëZü¸ÜN]ÚýÓeºÃ¢íZÖîûVaUj}* Å}Xöéöÿ3ׇM IÈŒ$Ƥu5R0F=Zï ¦[uÌ8qŰ}*ðQ‰h 5@å…¨Ä0p° )OŸÃôO©…/£1ÊR¡Š±4æxNtÇÆ–ü+°v¢ŒòÈWç®'€vÚ¢‘¥S¥ÐU iFTGà Ê=C»7¯Î³³ß¼e÷M¼½û-<Ý]= 5{DHQ”rÕQÌc:Ìøá¯Ã¾åÝ7=«¶î÷ÏwîwÝHcî×NƒP#Ú ¦¸Ö·2¬:toâÔÒÛùdZùu-£s¡ñK1‰z¿dÜÀÖm«$$‰­c¯™VE@qéúûæ‰tÅ0|¾Ûd/"(' òK B“0°Œ3ƘXw†¼}¶S拦]Lè ùÏŸ:‘¸ù茊‘¥iãOG,Oæ”d í¡A+¤¹ajë;K»ÇÜnñBdÛ¡h­î!sUk|¨¡NZ]jO016üWþ ·©|z·Šï·v}æØ¬$Æ’ Q£¹Œ:šþ×O¾Ñk.ÙV)¯·hÒ sjO÷qwý«mak¸¤ÅtÂñ¼(Ê|ªXõ•Ε £æÇONÕ²Ì\:Ý,г׆@ãêÆ²ç'uÛÉ¡w_I¯êÅé"uܶðkÖ}«é"DÝlžM"a_öât‘?¼BO`9ù^%)ýîqËÇ/V<}í ãg ¸Eªa»Œkε+àqñ¦m¿Ã;Iš 3o ež”w²vcb*)â3®%µMM¯cÜwmÔmÛd‘Åo(3;ÜHVе Y¨[O”qÆâ¼Ê6÷ŽíßáÛ­û/tµ[ë=’CnÝ‘švŒŒ€É¨2Åë1ã©öåÊÞnpÙ¥¹£´X¤ÔÕ£bÅÍ@<ùpÂbm±µlöñÔÍ·’Ùf*s«+Õ,Žxí¦%w·Z4¬V«¨æ+ÏåÇÔÓy¦% íê§PúF5Ýþ {2ò­3Äù&ÄÚ©Ô|@Åù l*ÒCèÈb|…ðY~¾|xeúq~AcµûvÖûieÞD—w“•’á¥wR>¨R¤{8øÞ­"c0é2óîúøy{°^5õ޹¶™ìçâÑ3â–œ³É¹úño«ðÔM°ìmýäÅ*GA ¡n×é+ S^Df<ÛEyhݽ –û±¸ydŠÒÒåÐJ…ždPNHªüôëÖÙ—coµí7¥âé./3Ç4gI€-e.Èô%JÖ¢˜E]r³j.Çîýål"L†Xõ³IRM]•j}Yc·YÆgD½ºE’xôÖ”Là@ÖÃש†;úý]¶ff™ít¤Ô|ƒJ5§1%Ä`Šü˜P˜L¹ùiʕĠö³Èºƒµs%A΃¸L ö3ˆ3Õlö+Zòèʾ¾kE[¸š+”‘Äêã3RYYOÕ›ëÒ.“-ýÂî«+‹kˆKÛH­À€j´ÌÓôcµa}³|0¸²ÝýþÛr†æÚQ¢æÝЂQ¹Ô×—Í?ÃR·(Ïbo›pͺÆbË/Ù´4fÒÙP¡×oLù^Îí¶¾ÿms qÛÈ!>ðY¬C†SE º—:Xï®™K¹ÜÛÉsg;Ém(1·€`U¸xã·ÅtŒ›’^J5uÊò1­j\׿W¯¬&Ò¨Åx玬gÈgž]^ŽX”‚÷§­~lJh½íø×úS ï2ðþ¬( Þç~'´~›¡ 2““•€xy±æŸ¯‹†¬v[¶õ%¯»M `Êf/¨Õóv âsòž˜ãñLEJڞݻoÖr³}›ªÕeê)BªúKóҘ㯮mZ7=Ç%ÌZf‹ËS‘9@òǯO_o0Œñ|ëS)B;ëêÖ<3mq·YRÿ¯-Ë~mï’F"Ð …g¡ŸYª5R•ÏyÅVf£ûÒZ>ãØ£ÚšÕâ˜ÍÜ}DÔaÃ#CNx×§ÛÚãƒñlbÔá˜ꅬÓ>Cp[–\ðþÌ@µ Ò¾‘‚:qËÃy'æ-ò'ªÝÉZð9ðõŒ|®ûr´±{w]¾I|ë§–˜ë–YÕpï<”“ý@îêi7Å:b„æ9æœq;O!Äìûè5ÿ“ÿÉ|›s%|@î²?έ>„üx|›s%:kÎöíÒâ[ëæ¼‚êòḊ(‘‘8’=hÂXëRš¨WÑG¯íNºÄW†6ÖԷ߈÷E-m67xmmÌòHÓE™ç“©ECÕЈ2V8ïî™›Œ5¬aþ w_ÿm=wƒ÷1'Ù·2TýBîœþòƒÿBÜÃåÛ™* {ÿºIÊé+Àý„?¹‡Ë·%»ã¹Z¿xZSü‡è\O—neh?œ;…ë[¯™~…ÃåÛ‘7æ=÷ÝzžôuëýšSMiáòaòmÌŠÒ~WÊžý^uèW>\ÿÿÿ`Y{ffÿ™Ìÿÿÿ™`ð R>&ÿÿÿ- ßÀŒ{p_/Ì´Œž £>ÿý?" dÿd@ÿÿïÿÿÿÿÿÿ,£|ÿý?" dÿdØ@ÿÿïÿÿÿÿÿÿ € Ô €" Ð@€ ð`€»€ £nÿý?" dÿd@ÿÿïÿÿÿÿÿÿ   @@``€€P£R    @ ` €`£ p£>€£> $ððð´ð( ð ððÒ ð “ ð6€€€”‡ƒ¿Àÿ ð­ `}ðà ” ðTŸ¨ Click to edit Master title style¢!ª !ð ð ƒ ð0€lƒ”ƒ¿Àÿ ðð `ðà ” 𞟨RClick to edit Master text styles Second level Third level Fourth level Fifth level¢!    ª SðÐ ð ƒ ð0€8Š”ƒ¿Àÿ ð^ `Šðà ” ðXŸ *¡øªðÒ ð ƒ ð0€d”ƒ¿Àÿ ð^°ÐŠðà  ” ðZŸ *¡úªðÒ ð ƒ ð0€<””ƒ¿Àÿ ð^ `Šðà ” ðZŸ *¡ØªðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ8Š0º___PPT10‹ë.w/ȲÌk ºDefault Designî—ï€ 0 ®ð¦ ð ðDð( ð ðð¢ ð s ð*€d씿3fÿ¿Àÿ"ñ¿`ð €Ê 𩟨Estudo e Prática da Mediunidade¡ (2 (ÿÿþªH ð¾¢ ð ƒ ð0€L𔿃¿Àÿð Ѐ' ð^Ÿ¨ Módulo III¡ (2 0ªðÏ¢ ð ƒ ð0€Hõ”¿ƒ¿Àÿðà  €ç  ðoŸ¨ Roteiro 3¡ (2 0ª$ðh² ð C ð@AÁ&Ãobra-livro_mediunsð§€ ð¢ ð ƒ ð0€øù”¿ƒ¿Àÿðð €Q  𢟨:Fundamentação Espírita: Mediunidade. Obsessão. Desobsessão¡;(2;ª&/ ðÜ¢ ð  ƒ ð0€é¿ƒ¿Àÿð° €€ ð|Ÿ¨.As Manifestações mediúnicas de efeitos visuais¡/(2/ª /ðB ð s ð*“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.w/ȲÌk+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îoï€ 0 †ð~0ð ðð( ð ð ðÞ¢ ð ƒ ð0€˜m鿃¿Àÿðy€ð ð~Ÿ ^Vidência é a faculdade mediúnica de ver Espíritos, estando o médium acordado em vigília. Realmente, de (& ) todas as manifestações espíritas, as mais interessantes, sem contestação possível, são aquelas por meio das quais os Espíritos se tornam visíveis (3) No entanto, os Espíritos nem sempre podem manifestar-se visivelmente, mesmo em sonho, apesar do desejo que se tenha de vê-los. O impedimento pode estar ligado a (...) causas independentes da vontade deles. Freqüentemente, é também uma prova, de que não consegue triunfar o mais ardente desejo. (4) É sabido, porém, que em situações em que os laços materiais se afrouxam, em uma doença, por exemplo, é mais fácil ver Espíritos. (5)¡°(2°ªTý'òóAÆ 0ßýòóCÆ 0ß'+òóDÆ 0߬¯ðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.°/È`~*+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îÑï€ 0 èðàpððxð( ð ðð@¢ ð ƒ ð0€üo鿃¿Àÿðy€ð ðàŸ¨˜Clarividência é a faculdade mediúnica de ver com detalhes não apenas os Espíritos, mas cenas do plano espiritual. A percepção, via clarividência, é mais aprofundada. A pessoa entra em transe, permanecendo, mesmo que por breve tempo, em estado sonambúlico. Nesse estado, parcialmente desprendida do corpo, ela adquire uma espécie de dupla vista, isto é, vê o que ocorre no plano espiritual e os acontecimentos à distancia, no plano físico. No (...) caso de visão à distancia, o sonambúlico não vê as coisas de onde está o seu corpo, como por meio de um telescópio. Vê-as presentes, como se se achasse no lugar onde elas existem, por sua alma, em realidade, lá está.¡™(2™ª ™ðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.LFȰkªU+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +î2ï€ 0 IðAð ðÙð( ð ð ð¡¢ ð  ƒ ð0€8w鿃¿Àÿð0€Œ ðAŸ¨ÙPor isso é que seu corpo fica como que aniquilado e privado de sensação, até que a alma volte a habitá-lo novamente. (*) Essa separação parcial da alma e do corpo constitui um estado anormal [incomum], suscetível de duração mais ou menos longa, porém não indefinida. Daí a fadiga que o corpo experimenta após certo tempo, mormente quando aquela se entrega a um trabalho ativo [no plano espiritual]. A vista da alma ou do Espírito não é circunscrita e não tem sede determinada. Eis por que os sonâmbulos não lhe podem marcar órgãos especial. Vêem porque vêem, sem saberem o motivo nem o modo, uma vez que, para eles, na condição de Espíritos, a vista carece de foco próprio. (*) Na verdade, a alma não abandona totalmente o corpo¡8£(27 2¢7ª ÚðH ð  ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.LFÈÀ ué+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îXï€ 0 oðg°ððÿð( ð ððÇ¢ ð ƒ ð0€<°é¿ƒ¿Àÿð € ðgŸ¨½Se se reportam ao corpo, esse foco lhes parece estar nos centros onde maior é a atividade vital, principalmente no cérebro, na região do epígastro, ou no órgão que considerem o ponto de ligação mais forte entre o Espírito e o corpo. O poder da lucidez sonambúlica não é limitado. O Espírito, mesmo quando completamente livre, tem restringidos seus conhecimentos e faculdades, conforme ao grau de perfeição que haja alcançado. Ainda mais restringidos os tem quando ligado à matéria, a cuja influencia está sujeito. É o que motiva não ser universal, nem infalível a clarividência sonambúlica. (1) Essas informações constituem regra geral, porque existem exceções que serão motivo de estudos posteriores.¡¾(2¾ª>‰ ½kòóEÆ 0ßOSðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.MFÈÀz~+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îàï€ 0 ÷ðïÐðð‡ð( ð ððO¢ ð ƒ ð0€˜Æé¿ƒ¿Àÿð€Ù  ð7Kardec nos explica que (...) no estado de desprendimento em que fica colocado, o Espírito do sonâmbulo entra em comunicação mais fácil com os outros Espíritos encarnados, ou não encarnados, comunicação que se estabelece pelo contato dos fluidos que compõem os perispíritos e servem de transmissão ao pensamento, como o fio elétrico. O sonâmbulo não precisa, portanto, que se lhe exprimam os pensamentos por meio da palavra articulada. Ele os sente e adivinha. É o que o torna eminentemente impressionável e sujeito às influencias da atmosfera moral que o envolva. (2)¡8(28ªLþ $òóFÆ 0ß47ðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.MFÈÀvÐþ+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +î ï€ 0 4 ð, àððÄð( ð ððŒ¢ ð ƒ ð0€ŒÒ鿃¿Àÿðv€P ð,Ÿ  Fato digno de nota é que o vidente e o clarividente, além de verem Espíritos e o mundo espiritual, também possuem, em geral, a faculdade de audiência. O Espírito André Luiz nos esclarece que (...) os olhos e os ouvidos materiais estão para a vidência e para a audição como os óculos estão para os olhos e o ampliador de sons para os ouvidos  simples aparelhos de complementação. Toda percepção é mental. (...) o médium é sempre alguém dotado de possibilidades neuropsíquicas especiais que lhe estendem o horizonte dos sentidos. (10) (...) Ainda mesmo no campo de impressões comuns, embora a criatura empregue os ouvidos e os olhos, ela vê e ouve com o cérebro, e, apesar de o cérebro usar as células do córtex para selecionar os sons e imprimir as imagens, quem vê e ouve, na realidade, é a mente. (11) Assim, nos fenômenos de vidência, quem vê é a alma. É uma percepção além dos sentidos humanos. (6)¡‡(2‡ªT _òóGÆ 0ßòóHÆ 0ß$òóIÆ 0߃†ðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.MFÈPæøþ+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îýï€ 0 ð ðð¤ð( ð ððl¢ ð ƒ ð0€#Œ¿ƒ¿Àÿð€p 𠟨4Está entendido que a faculdade de ver Espíritos, como todas as faculdades mediúnicas, diz respeito às propriedades do perispírito. O médium dispõe de recursos físicos [orgânicos] para ver Espíritos porque esta disposição foi impressa pelo perispírito, que serviu de molde ao seu corpo físico. (7) Como toda faculdade mediúnica, a vidência é passível de desenvolvimento, se exercitada. Mas, segundo nos esclarecem os Espíritos da Codificação, (...) ver Espíritos, em geral e permanentemente, é algo excepcional e não está nas condições normais do ser encarnado. (8)¡5(25ª<% òóJÆ 0ß%(òóKÆ 0ß14ðH ð ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.OFȰV›+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îœï€ 0 ³ð« ð ðCð( ð ð ð ¢ ð  ƒ ð0€¸4Œ¿ƒ¿Àÿðy€v 𫟨çUm cuidado especial que se deve ter em relação à faculdade de vidência, sobretudo quando está se manifesta inicialmente, diz respeito à imaginação que, por vezes, é bastante fértil. (8) É importante considerar, também, que o médium pode estar vendo formas ideoplásticas projetadas do mundo físico ou do mundo espiritual. Por outro lado, se o desenvolvimento do médium ocorre de maneira equilibrada, se o médium principiante faz parte de um grupo sério, bem estruturado tanto do ponto de vista doutrinário quanto do da moral, os benfeitores espirituais não permitem que o iniciante nas tarefas mediúnicas tenha todas as potencialidades medianímicas desabrochadas. É que isso poderia conduzi-lo ao desequilíbrio psíquico, emocional e físico. (9)¡è(2èªX n ]òóLÆ 0ßäçðH ð  ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.OFÈV +Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +î†ï€ 0 ð•Pð$ð-ð( ð ð$ðõ¢ ð$ ƒ ð0€ DŒ¿ƒ¿Àÿð0€#ðPˆHŠ@º___PPT9‹"¬ ð=Ÿ¨ÅEm síntese, podemos chegar à seguinte conclusão, com referência às faculdades mediúnicas de vidência e de clarividência Todas as pessoas encarnadas podem ver Espíritos por meio do sono. Os médiuns videntes vêem Espíritos no estado de vigília ou sob transe superficial. Os médiuns videntes podem ver imagens mentais. Os médiuns clarividentes vêem os Espíritos encarnados e desencarnados, o mundo espiritual e acontecimentos diversos, sob forma de segunda vista, em estado de sonambulismo ou de desprendimento parcial do corpo físico. Os Espíritos Superiores, ao promover o desenvolvimento das faculdades de vidência, de clarividência e de audiência dos médiuns, dosam suas percepções para não desequilibrá-los.¡2x(2N 2xNª ƦøØø8XðH ð$ ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.OFÈDÿÐ+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îuï€ 0 Œð„@ð <ðð( ð ð<ð¢ ð< s ð*€ˆ`Œ¿3fÿ¿Àÿ"ñ¿`ð €Ê 𩟨Estudo e Prática da Mediunidade¡ (2 (ÿÿþªH ð¿¢ ð< ƒ ð0€8eŒ¿ƒ¿Àÿð  €' ð_Ÿ¨ Prática III¡ (2 0ªð½¢ ð< ƒ ð0€,iŒ¿ƒ¿Àÿðà €ç  ð]Ÿ¨ Roteiro 3¡ (2 0ªðâ ð< ƒ ð0€4)”¿ƒ¿Àÿðð €7 ðcŸ¨Harmonização Psíquica¡(2ª ð¢ ð< ƒ ð0€P6Œ¿ƒ¿Àÿð€ €€Ô 𤟠HAutoconhecimento (I)  Quem sou eu ?¡%(2%ªðh² ð < C ð@AÁ&Ãobra-livro_mediunsð§€ ðH ð< ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.ñ1ÈPÓCÎ+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +îMï€ 0 dð\ ð8ðôð( ð ð8ð¼¢ ð8 ƒ ð0€Ú”¿ƒ¿Àÿð€Z ðPˆHŠ@º___PPT9‹"¬ ðŸ¨rFontes de Consulta KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Questão 455, p 240-241 ________, p 241 ________. O Livro dos Médiuns. Cap VI, item 100, p 130 ________, item 100, pergunta 15 ________, pergunta 16 ________, pergunta 20 ________, perguntas 21 a 23 ________, pergunta 26 XAVIER, Chico. Nos Domínios da Mediunidade. Cap 12, p 124-125 ________, p 126 ________, p 127¡4(2` 2`ª7/8òóMÆ 0ßòóNÆ 0ßPXòóOÆ 0ß`hòóPÆ 0ß—ŸòóQÆ 0ß·¿òóRÆ 0ßÍÕòóSÆ 0ßãëòóTÆ 0ßÿòóUÆ 0ßòóVÆ 0ßS[òóWÆ 0ßck¦øØø8XðH ð8 ƒ ð0ƒ“ŽŸ‹”Þ½h¿ÿ ?ð ÿÿÿ€€€»àã33™™™™Ìˆ‘Љº___PPT10‹ië.ñ1È ”ýN+Dñ='ñ Œÿÿÿÿ=ñ @Bñ +rD@Ç Á` \ŽUB€×&°+ê0J62;WE\JPõs `cIÅ1þÿà…ŸòùOh«‘+'³Ù0\­ `hxˆ ”  À Ì ØäìäSlide 1Marcos 54Microsoft PowerPoint@^®¤£@0­³w/È@ÐÎyÊFGh¬ÿÿÿÿ‰g  ,V¡'&" WMFCg_ <8?@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ[\]^_`abcdefghijklmnopqrstuvwxyz{|}~€‚ƒ„…†‡ˆ‰Š‹ŒŽ‘’þÿÿÿ”•–—˜™šþÿÿÿœžŸ ¡¢þÿÿÿýÿÿÿýÿÿÿ¦þÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿRoot Entryÿÿÿÿÿÿÿÿd›Oφꪹ)èþÿÿÿPicturesÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿCurrent Userÿÿÿÿÿÿÿÿ›SummaryInformation(ÿÿÿÿ<Œ­PowerPoint Document(ÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ ÐcDocumentSummaryInformation8ÿÿÿÿÿÿÿÿ“ÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿÿ